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Régis Whiplash


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| Harvester escreveu: | Larga de ser ranzinza.  |
Sério, só tem pérola nesses comentários do Whiplash.
A última vez que eu entrei lá saí foi tonto. 
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jordan Hero Of The Day


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Com mais algumas audições do disco, até as músicas que eu não havia curtido muito no início passaram a me agradar (principalmente a U3 e a S&R). Na minha opinião, este é o melhor disco do ano (se alguém souber de coisa melhor me avise) e um dos melhores do Metallica.
Alguns detalhes interessantes:
- a "paradinha" de "All Nightmare Long", ao estilo de "Harvester". Muito massa, o James pegando fôlego para voltar a berrar;
- na S&R, nos 6:15, parece que alguém fala alguma coisa. Alguém aí já tocou de trás para frente??
- a U3 é bacana sim, acabei gostando da música depois de ouvir mais vezes.
O problema maior deste disco é o próprio legado do Metallica. Sempre vai existir comparação com os discos clássicos. É uma pena que muitos irão torcer o nariz justamente porque este trabalho não é uma cópia carbono do Master ou do Kill (ainda bem). Outros dirão que, depois do St. Anger, qualquer coisa soaria bem. É o fardo que este disco terá que carregar. Uma pena. Talvez o tempo se encarregue de colocá-lo no seu devido lugar. |
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Régis Whiplash


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fmetal Master Of Puppets


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Eu tinha reparado isso na S&D, parece que alguem fala algo mesmo nos 6:15, mas até agora nao entendi nada...
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Matheus From Hell Whiplash


>Infinitas Mensagens<
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| fmetal escreveu: | | Eu tinha reparado isso na S&D, parece que alguem fala algo mesmo nos 6:15, mas até agora nao entendi nada... | 
[+] VOLTA KARMA [-] |
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fmetal Master Of Puppets


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| RegisMoura escreveu: | http://www.orkut.com.br/CommMsgs.aspx?cmm=8602441&tid=5241766040119143129&start=1
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Puta merda, acho que deram o cd errado pra esse coitado
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Régis Whiplash


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| fmetal escreveu: | | Puta merda, acho que deram o cd errado pra esse coitado |

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troi4n Some Kind Of Monster


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Depois de escutar calma e repetidamente este álbum, finalmente terminei minha prometida resenha:
"
A pesada volta do Metallica
Eles voltaram. Esse foi o sentimento mais comum dos fãs. O Metallica, depois de quase 20 anos voltaram a fazer um álbum que honre o trocadilho do seu nome. Depois do sucesso do álbum preto, o Metallica ainda continuaria vendendo milhões e milhões de álbums, mas perdera sua característica marcante que o tinha feito a banda de metal de mais bem sucedida.
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Ascensão - "The Four Horseman"
O sucesso do Metallica começou no início dos anos 80, com seu primeiro álbum. Kill'em All (1983) foi um dos álbums precursores do thrash metal. Músicas rápidas e com riffs arrasadores eram a característica principal do álbum. O Metallica tinha inovado. Até então, nunca tinha se ouvido um estilo de música semelhante.
O segundo álbum foi o que definitivamente colocou o Metallica no cenário mundial. Ride The Lightning (1984) foi lançado um ano após o Kill'em All. Mantendo a linha de riffs arrasadores, mas tirando um pouco de velocidade e colocando mais melodia, o álbum contava ainda com letras melhor elaboradas. Temas como pena de morte" e suicídios eram abordados com seriedade. Sem dúvida nenhuma, um grande avanço lírico da banda.
O terceiro álbum foi uma verdadeira obra prima. Master Of Puppets (1986) é considerado um dos maiores álbums de Metal da história. Velocidade, peso, técnica, melodia e letras variadas. Tudo isso foi perfeitamente executado. Cliff Burtom dá verdadeiras aulas de baixo em músicas como Orion. Os riffs de Master Of Puppets e Disponsable Heroes são obra-primas. Refrões que empolgavam os fãs e faziam até os mais críticos "banguearem" a cabeça, foi assim que Master Of Puppets marcou o mundo do metal.
O sucessor de Master Of Puppets, ... And Justice For All (1989), veio em um momento difícil da banda. O baixista Cliff Burtom faleceu em um acidente durante a turnê. Para seu lugar, Jason Newsted foi chamado para a banda. Mas nem por isso a criatividade do resto do grupo foi abalada. Pelo contrário. Riffs meticulosamente rápidos e quebrados, linhas de bateria altamente complexas e solos rápido e cheios de efeitos fizeram deste o álbum mais técnico. A gravação do primeiro clipe da banda, "One", fez o Metallica começar a ganhar grandes proporções internacionais.
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Apogeu - "Never cared for what they say"
Se o ano de 1991 pudesse ser resumido em uma palavra aos metaleiros do mundo inteiro, essa palavra seria "Metallica". O album preto (1991) atinge o topo das paradas do mundo inteiro. Estaria o mundo musical finalmente se rendendo ao Thrash Metal do Metallica? Bem, na realidade não. O Black Album não o que nós podemos chamar exatamente de thrash. Tá, na realidade, de thrash não tem nada. O Metallica, pela primeira vez, deixa um pouco de lado a velocidade contida nos 4 primeiros álbuns. Os riffs, dessa vez mais lentos, parece que agradam mais ao público resistente ao metal. A bateria um pouco mais lenta faz com que o público mais resistente ao metal consiga compreender melhor as batidas de Lars Ulrich. Os solos, abarrotados de WahWah, entram mais facilmente na mente dos resistentes ao metal. As linhas de baixo mais simples e diretas de Jason Newsted dão á música uma espécie de ambientação. Nada de linhas complicadas, rápidas e melódicas como Cliff fazia. E, no momento em que o Metallica quebrava barreiras com "Enter Sandman", "Nothing Else Matters" e "The Unforgiven" sendo tocadas exaustivamentes nas rádios mundiais, o Metallica despertava as primeiras desconfianças dos fãs mais antigos. Teria a banda se vendido? O som ainda tinha peso. Quando escuta-se Sad But True, é quase como se estivesse levando porradas no rosto. Era, sem dúvida, um som pesado ainda. Mas e aquela velocidade presente nos álbuns anteriores?
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Queda - "But The Memory Remains"
Load (1996) e Re-Load (1997). Os álbuns mais odiados dos fãs. O Metallica, como uma senhora que esquece a data de aniversário do seu filho, deixa para trás o passado de metal e peso. Influências country e do hardrock são facilmente notadas nesses álbums. As comparações de Jason Newsted com o baixista antigo são frequentes. A fama de "vendida" toma conta da banda. Nem o álbum Garage Inc. (1998), composto apenas de covers das bandas que mais influenciaram o Metallica nos primórdios, conseguiu apagar essa imagem. O Metallica havia dividido seus fãs. Para os amantes de metal, era como se a banda tivesse acabado em 1991, ou 1989 para os mais radicais. Mas o álbum era ruim? Claro que não! Para um álbum de blues-country-hardrock era uma obra-prima! King Nothing, Memory Remains e Fuel estão presentes até hoje nos shows. Mas para quem estava acostumado a banguear ouvindo Ride The Lightning ou Seek And Destroy, era a mesma coisa que ouvir um álbum das Spice Girls. De trás para frente.
Depois do Garage Inc., o Metallica faz mais uma tentativa de recuperar uma parcela de seus fãs e lança um álbum ao vivo, gravado juntamente com a orquestra sinfônica de São Francisco. O S&M chega então às prateleiras do mundo. Mas a verdade é que não causou tanto impacto assim. Claro que o álbum é excelente, uma vez que escutar The Call Of Ktulu sendo tocada com uma orquestra era orgásmico para alguns fãs. Mas ao mesmo tempo não era algo realmente inovador. Deve ter sido difícil escolher 20 músicas da banda. Por isso, clássicos como Fade To Black e Sanitarium ficaram de fora. Músicas que se encaixavam muito bem no propósito do álbum.
Brigas internas e crises alcólicas. O Metallica chegava ao ponto mais negro de sua história. Após sucessivos fracassos, o baixista Jason Newsted toma a que deve ter sido uma das decisões mais difíceis de sua vida. Jason Newsted deixa o Metallica. Jason sempre fora tratado como um "novato". A prova maior é que dificilmente participava da composição das músicas. Era como se Jason fosse um baixista contratado, sem ser propriamente um membro do Metallica. Jason não aguentou, e depois de uma década e meia, ele deixa o Metallica. Com a ajuda do produtor Bob Rock, presente desde o Black Album, o Metallica entra no estúdio novamente, disposto a deixar a saída de Jason para trás. Porém, essa volta por cima não dura muito. James Hetfield, que sempre foi conhecido pelo seu uso e abuso de bebidas alcólidas, vai para um centro de reabilitação. O Metallica encontrava o fundo do poço. James volta, com psiquiatras e câmeras. E é nesse meio que o álbum St. Anger (2003) é gravado. O fruto dessas gravações, contendo toda a trajetória de criação desse álbum viria a se transformar em DVD depois, o Some Kind Of Monster. Mas o Metallica não podia voltar a suas atividades sem um baixista. Após vários testes com diversos baixistas, Robert Trujillo é anunciado como o mais novo integrante para o transtornado cargo de baixista da mais rica banda de metal de todos os tempos. E o termo "mais rica" não é exagero não. Como presente de "boas-vindas", Trujillo recebe 1 milhão de dólares.
St. Anger foi anunciado como um álbum de volta as raízes. Era anunciado como uma mistura de Kill'em All e ... And Justice For All. Bem, seria um álbum com os riffs do Kill e a técnica e peso do Justice? Era o que todos esperavam. Mas estavam todos enganados. O Metallica decepciona mais uma vez seus fãs. A influência do Justice estava clara: a raiva. Realmente, é um álbum cheio de raiva. Tanto nos riffs quanto no peso. E a influência do Kill também estava clara: a péssima qualidade de produção. St. Anger é um álbum sujo. Mesmo ouvindo o álbum no melhor aparelho de cds que você encontrar, as guitarras ainda parecerão sujas. A ausência de solos faz com que as músicas sejam, muitas vezes, cansativas. Ouvir o álbum inteiro sem pular uma música torna-se uma tarefa tão chata quanto assistir 30 minutos de horário político do PRONA. "Riffs, raiva e mais riffs" seria uma ótima definição do St. Anger. Porém, essa raiva transcende as letras e chega até os fãs, que acabaram tendo por esse álbum um sentimento de raiva também.
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Ascensão? - "Rise, fall, down, rise again"
E finalmente, depois de quase 2 anos em estúdio, em setembro de 2008 o Metallica lança (?) seu mais novo álbum, Death Magnetic (2008). A desconfiaça era muita. Para não dizer geral. Bomba, era o que todos esperavam. Desde 1991 que o Metallica não fazia um metal de qualidade. Poucos acreditavam que o Metallica ainda seria capaz de lançar algo, pelo menos, bom. Os 5 primeiros álbums são clássicos. Isto é ponto pacífico. Até o fã mais bitolado e fanático de Megadeth ou Iron Maiden é obrigado a concordar com isso. Mas os fãs do Metallica não esperavam algo clássico. Um álbum pelo menos "bom", que pelo menos ainda os fizesse ter orgulho em usar camisetas do Metallica sem escutar a cliché expressão de "banda-vendida" que tinha sido rotulada ao Metallica. Um álbum que os fizesse ao menos banguear a cabeça, mesmo que de canto, assim, como um convidado se servindo. Todas as preces de fé e raiva foram atendidas. Death Magnetic não é um álbum bom. É muito mais que isso. É excelente. Nem o fã mais esperançoso poderia esperar algo assim. Riffs rápidos, técnicos e solos empolgantes finalmente mostraram que o Metallica ainda sabe compor músicas de qualidade.
O álbum abre com a música That Was Just Your Life. A música começa com batidas de coração. Seria esse o coração dos fãs ansiosos, esperando pelo álbum? Não. Esse som é o coração do Metallica. É como se o Metallica estivesse dizendo "Estão ouvindo este coração? Sim, nós ainda estamos vivos!". E o quando a introdução termina e começa o riff esmagador, nós percebemos que isto é verdade. Uma música cheia de pique, é assim que começa o álbum. Aquele tipo de música empolgante que, quando você acha que está acabando, ela não chegou nem na metade. Kirk Hammett mostra que não desaprendeu a fazer solos e completa a música com um solo repleto de efeitos e agilidade.
The End Of The Line abre com um riff conhecido dos fãs. Durante a turnê do St. Anger, o Metallica por vezes tocou prévias do álbum que estava por vir. Nenhuma das 2 músicas que tocaram durante a turnê foi incluída no álbum, mas trechos de uma delas estão bem presentes nessa música. Thrash de primeira e um refrão marcante são os pontos fortes dessa música. No trecho final a música da uma acalmada, onde James canta uma frase que possivelmente será ecoada nos futuros shows da banda. "The slave becomes the master" certamente fará multidões tremerem.
Broken, Beat & Scarred abre com uma instrodução forte e depois nos submete a um riff realmente thrash. A letra da música transmite um pouco do sentimento do Metallica atual. "You rise, you fall, you're down them you rise again. What don't kill you make you more strong.". Este trecho, cantado com raiva, parece ser a mensagem que o Metallica tenta transmitir neste álbum. É um tapa de luva nas críticas. É um tapa de luva a todos que duvidaram deles. É a reação de uma banda desacreditada e fadada a embalar seus fãs apenas com as músicas antigas. "Show your scars" é como se o Metallica não tivesse vergonha de Load, ReLoad e St. Anger. É como se estivessem dizendo "Nós fizemos mesmo e agora estamos aqui de novo". Subiram, cairam, chegaram ao fundo do poço, e agora estão subindo de novo. Rise, fall, down, rise again.
Uma das músicas lançadas previamente, The Day That Never Comes é uma típica música do Metallica antigo. Introdução lenta, com ritmo crescente e com final arrasador. É a mesma receita de clássicos como Fade To Black e One. De primeira, é uma música que não agrada facilmente. O início é meloso e parece que "a parte boa" só começa aos 4 minutos, quando a pauleira toma conta. Mas ouvindo mais vezes percebe-se que é uma música bonita, com uma letra triste.
All Nightmare Long é pesada, rápida e técnica. Se tivesse sido incluída no ... And Justice For All, ninguém iria notar diferença de estilo. Realmente surpreende a qualidade, tanto de riffs, quanto de solos e vocal. Com um refrão empolgante, com certeza estará presente na maioria dos shows do Metallica daqui para frente. É considerada por muitos o destaque do álbum.
Cyanide, assim como The Day That Never Comes, já fora apresentada ao público antes do lançamento do álbum. Talvez para os fãs se acostumarem com um som um pouco distonante do resto do álbum. Um rock pesado toma conta da maior parte da música. O refrão empolga, mas o resto da música nem tanto. O solo é um dos pontos baixos da música. Mas nem por isso a música não é boa. É só um pouco diferente da linha que vinha sendo seguida nas 5 músicas anteriores.
The Unforgiven III é o ponto baixo do Death Magnetic. Assim como Cyanide, o metal não é o estilo forte dessa música. Mas o problema maior está no nome da música. Quando se fala em Unforgiven, vem à mente o clássico de 91. E é impossível fazer qualquer comparação de uma música com a outra. Talvez se a música tivesse outro nome, fosse digerida mais facilmente. Pelo menos no solo, Kirk usa toda sua experiência com WahWah e nos enche os olhos, ou melhor, os ouvidos. No mais, é a música mais fraca do álbum.
Depois de 2 músicas sem muito metal, Judas Kiss volta com o peso. Uma levada quebrada e com um vocal cantado com raiva, a música realmente empolga. O refrão é outro que será aclamado por milhares e milhares de pessoas nos shows. Mais uma vez, o solo se encaixa perfeitamente com a música.
E a instrumental? Aqui está, Suicide & Redemption. Lembra um pouco To Live Is To Die, com riffs principais sendo repetidos ao longo de quase toda música. Mas não é por isso que a música é cansativa ou entediante. Os riffs passam sentimento, assim como o solo. Considero a melhor música do álbum. Até mesmo Lars Ulrich, que até agora vinha sendo o ponto baixo do álbum, executa uma linha incrível de bateria, com viradas esmagadoras e levadas que se encaixam muito bem no contexto da música. É ele quem dá vida à música.
E para fechar com chave de ouro, um thrash puro. My Apocalypse fecha esmagando o álbum. É rápida, cheia de riffs pesados e técnicos. Bumbos duplos durante a maior parte da música. É como se tivessem misturado Pantera com Slayer. Uma música para sair quebrando tudo em volta mesmo. Uma música para fechar honrosamente o álbum.
Claro, o álbum não é perfeito. Lars sem dúvida não é o mesmo de antigamente, embora ainda seja capaz de fazer coisas inscríveis como em S&R. Mas na maioria das outras músicas, a bateria tem poucas viradas e, quando tem, são repetitivas. Mas nada que possa influenciar na qualidade desse grandioso álbum. O vocal de James, por vezes, parece meio forçado também. Será difícil cantar algumas músicas ao vivo.
Mas os prós são infinitamente maiores que os contras. As letras são incríveis. Passam sentimento, angústia. Nos prendem as músicas. As participações de Trujillo são evidentes no álbum. Parece que James e cia. aprenderam com os erros do passado e passaram a respeitar mais as opiniões dos considerados "novatos". E James continua o "mestre dos riffs", com pegadas animalescas durante o álbum. Sem dúvida nenhuma este álbum será em breve considerado outro clássico do Metallica. E os fãs mais radicais terão que mudar sua expressão "só gosto do Metallica antigo". O Metallica novo é tão bom quanto o antigo.
"
Por Marco Troian.
Editado pela última vez por troi4n em Sun Sep 07, 2008 4:21 am, num total de 1 vez |
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Marcel Invisible Kid

Mensagens: 140
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| lpellissari escreveu: | | To vendo se um 320 kbps é real... |
tenho um link no rapidshare.  |
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Matheus From Hell Whiplash


>Infinitas Mensagens<
Mensagens: 41910 Localização: Rio Grande Do Sul
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fmetal Master Of Puppets


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| Marcel escreveu: | tenho um link no rapidshare.  |
Tem como voce me passar por mensagem particular??
O meu é 64 kbps... 
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Mastermind Frantic


Mensagens: 8088 Localização: Baile Átha Cliath, Éire
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| jordan escreveu: | Com mais algumas audições do disco, até as músicas que eu não havia curtido muito no início passaram a me agradar (principalmente a U3 e a S&R). Na minha opinião, este é o melhor disco do ano (se alguém souber de coisa melhor me avise) e um dos melhores do Metallica.
Alguns detalhes interessantes:
- a "paradinha" de "All Nightmare Long", ao estilo de "Harvester". Muito massa, o James pegando fôlego para voltar a berrar;
- na S&R, nos 6:15, parece que alguém fala alguma coisa. Alguém aí já tocou de trás para frente??
- a U3 é bacana sim, acabei gostando da música depois de ouvir mais vezes.
O problema maior deste disco é o próprio legado do Metallica. Sempre vai existir comparação com os discos clássicos. É uma pena que muitos irão torcer o nariz justamente porque este trabalho não é uma cópia carbono do Master ou do Kill (ainda bem). Outros dirão que, depois do St. Anger, qualquer coisa soaria bem. É o fardo que este disco terá que carregar. Uma pena. Talvez o tempo se encarregue de colocá-lo no seu devido lugar. |
Sim Joca, o tempo se encarregará de colocar esse disco entre os clássicos. O Ride também foi criticado por ter Fade To Black, que hoje é uma música classica da banda
E ótima resenha Troian |
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HeavyMaster Frantic


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| Wilber escreveu: | | Sim Joca,(...) |
Joca? |
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Maluco Doido Whiplash


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Q Hero Of The Day


But we die hard
Mensagens: 2925 Localização: SBC-SP Brazil
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| jordan escreveu: |
- na S&R, nos 6:15, parece que alguém fala alguma coisa. Alguém aí já tocou de trás para frente??
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eu tambem tinha essa impressão cara.
É a distorção da guitarra do kirk ...
Parece uma voz mas é um efeito antes dele começar o solo. |
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