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HeavyMaster Frantic


Mensagens: 5454 Localização: Maringá
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| RegisMoura escreveu: | | Tem nem como comparar com o AMOLAD, Igor. Death Magnetic é thrash. A Matter é um heavy mais progressivo. Enfim, nada a ver um com o outro. |
Até uma velhinha atravessando a rua é mais progressiva que o AMOLAD. |
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Lester Hero Of The Day


Mensagens: 4416 Localização: São Vicente - SP
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Incrível. A maioria das músicas desse CD começam em um estilo meio Load, com Black Album, mas mais pra um lado anos 90 deles. O que deixa o fã meio desonfiado de primeira, mas nos ultimos minutos da música esse mesmo ouvinte é estuprado. |
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Crazy Horse Some Kind Of Monster


The Last King Of Poland
Mensagens: 11860
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Douglas,
Meu cunhado tem um scanner, mas não é desses de mesa. A minha irmã tem uma máquina fotográfica turbinada. Vou tentar tirar uma foto!
http://www.lastfm.com.br/user/Zemgeski
§ PACEM PER POTESTATEM IGNIS SUPERIORA § |
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[metalremains] Ditador


Mensagens: 73265
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| Crazy Horse escreveu: | Douglas,
Meu cunhado tem um scanner, mas não é desses de mesa. A minha irmã tem uma máquina fotográfica turbinada. Vou tentar tirar uma foto! |
Beleza, cara. 
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Saracura Invisible Kid


Mensagens: 440 Localização: São Paulo - SP (Brasil)
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Eu ouvi a The Unforgiven III (estava curioso =D) e acho que esse nome cabe bem nela, sim. Tudo bem, pode ser que ela não tenha os elementos "melódicos" para ser um pouco parecida com as outras duas, ou até mesmo a falta dos refrões clássicos façam com que ela seja um pouco estranha, mas acho que o clima que eles criaram com a música e o assunto da letra, que trata de alguém que é "imperdoado", já dizem tudo.
Aliás, "Unforgiven" seria "Imperdoado" ou "Imperdoável"? Ou outra coisa? =3
"Freedom... of choice is made for you, my friend.
Freedom... with their exceptions."
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[metalremains] Ditador


Mensagens: 73265
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| Saracura escreveu: | Eu ouvi a The Unforgiven III (estava curioso =D) e acho que esse nome cabe bem nela, sim. Tudo bem, pode ser que ela não tenha os elementos "melódicos" para ser um pouco parecida com as outras duas, ou até mesmo a falta dos refrões clássicos façam com que ela seja um pouco estranha, mas acho que o clima que eles criaram com a música e o assunto da letra, que trata de alguém que é "imperdoado", já dizem tudo.
Aliás, "Unforgiven" seria "Imperdoado" ou "Imperdoável"? Ou outra coisa? =3 |
Me mandaram um e-mail agora pouco chamando atenção sobre isso, que a tradução pra Unforgiven é Imperdoado e não Imperdoável (como tava antes). Imperdoável seria Unforgivable.
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Dark Messiah King Nothing

Mensagens: 9 Localização: São Paulo
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Folha de São Paulo
"Banda volta ao passado em cacetadas"
DO ENVIADO A LONDRES
"Bandas longevas que cunharam um som típico no início da carreira tendem a revisitar esse som. O R.E.M. faz isso com "Accelerate". O U2 reencontrou o passado com "All that You Can't Leave Behind". Agora é a vez do Metallica.
Verdade que a banda californiana relutou em voltar a soar como nos primórdios. Alguém com 30 anos provavelmente não se lembra do Metallica lançando um álbum do mais autêntico thrash metal. Quem foi jovem na década de 1990 conheceu o Metallica com a radiofônica "Enter Sandman" ou na MTV, já com o visual comportado, em que as vastas cabeleiras deram lugar a cortes mauricinhos.
Depois da terapia de "St. Anger", uma regressão soa até natural. "Death Magnectic" já abre com duas cacetadas que poderiam estar em "Master of Puppets", terceiro e mais cultuado trabalho do Metallica: "That Was Just Your Life" e "The End of the Line". Ambas são cheias de clichês do thrash metal que o Metallica inventou.
O desfecho de "All Nightmare Long" remete ao de "Metal Militia", uma das faixas mais poderosas do disco de estréia da banda. "Suicide & Redemption" é ainda mais empolgante, até por ser totalmente instrumental. James Hetfield funciona melhor tocando guitarra. Em "Unforgiven III", única balada do CD, ele parece cantar os mesmos versos das anteriores.
Outra decepção do repertório é o "The Day that Never Comes". Mas o final, com "My Apocalypse", certamente lavará as almas dos fãs. Mais thrash do que ela, só o logo original da banda, que volta em "Death Magnetic". (JFJ)"
ta ai pessoal a matéria da folha de são paulo
meu primeiro post hell yeah!
Waiting for te one
The Day That Never Comes...
James Hetfield
Editado pela última vez por Dark Messiah em Fri Sep 05, 2008 10:19 am, num total de 1 vez |
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[metalremains] Ditador


Mensagens: 73265
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| Dark Messiah escreveu: | Folha de São Paulo
"Banda volta ao passado em cacetadas"
DO ENVIADO A LONDRES
"Bandas longevas que cunharam um som típico no início da carreira tendem a revisitar esse som. O R.E.M. faz isso com "Accelerate". O U2 reencontrou o passado com "All that You Can't Leave Behind". Agora é a vez do Metallica.
Verdade que a banda californiana relutou em voltar a soar como nos primórdios. Alguém com 30 anos provavelmente não se lembra do Metallica lançando um álbum do mais autêntico thrash metal. Quem foi jovem na década de 1990 conheceu o Metallica com a radiofônica "Enter Sandman" ou na MTV, já com o visual comportado, em que as vastas cabeleiras deram lugar a cortes mauricinhos.
Depois da terapia de "St. Anger", uma regressão soa até natural. "Death Magnectic" já abre com duas cacetadas que poderiam estar em "Master of Puppets", terceiro e mais cultuado trabalho do Metallica: "That Was Just Your Life" e "The End of the Line". Ambas são cheias de clichês do thrash metal que o Metallica inventou.
O desfecho de "All Nightmare Long" remete ao de "Metal Militia", uma das faixas mais poderosas do disco de estréia da banda. "Suicide & Redemption" é ainda mais empolgante, até por ser totalmente instrumental. James Hetfield funciona melhor tocando guitarra. Em "Unforgiven III", única balada do CD, ele parece cantar os mesmos versos das anteriores.
Outra decepção do repertório é o "The Day that Never Comes". Mas o final, com "My Apocalypse", certamente lavará as almas dos fãs. Mais thrash do que ela, só o logo original da banda, que volta em "Death Magnetic". (JFJ)"
ta ai pessoal a matéria da folha de são paulo
meu primeiro post hell yeah! |
Ué, não era uma matéria de página inteira? Eu acho que tem mais coisas além da resenha, não tem? Enfim, valeu por postar esse trecho. 
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Matheus From Hell Whiplash


>Infinitas Mensagens<
Mensagens: 41910 Localização: Rio Grande Do Sul
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Valeu Dark Messiah. Mas nada de mais também
[+] VOLTA KARMA [-] |
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Metal Up Your Ass Some Kind Of Monster


Galö Metal
Mensagens: 16598 Localização: Beagalo / MG
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Só dele ter falado que TDTNC é ruim, nem merecia a matéria.
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[metalremains] Ditador


Mensagens: 73265
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Saiu uma matéria no The Guardian, do Reino Unido também:
Link
Conta um pouco da história da banda, tem alguns trechos de entrevistas, mas nada de novo. Provavelmente nem traduzirei, mas se alguém quiser traduzir, eu coloco na página principal.
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LaGrecca Some Kind Of Monster

Mensagens: 12528
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| [metalremains] escreveu: | Ué, não era uma matéria de página inteira? Eu acho que tem mais coisas além da resenha, não tem? Enfim, valeu por postar esse trecho.  |
tem mais coisas... e ainda a entrevista do kirk |
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diegofsv King Nothing

Mensagens: 2
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Bem, primeiro post aqui mas depois de ter ouvindo tantas vezes o DM eu tinha que postar em algum lugar do que achei.
Antes um pequeno histórico. Sou muito fã dos 4 primeiros albuns do metallica e não gosto de nenhum outro album depois do and justice for all. Isso mesmo, nem do black album eu gosto e na decada de 90 o melhor q o metallica fez pra mim foi alguns covers do garage. Dito isso tinha esperança no DM por causa do Rubin, que na minha humilde opinião, produziu o melhor album de thrash(e provavelmente do metal), o reign in blood. Os 4 primeiros do metallica são perfeitos, mas nenhum album pra mim chegou ao nivel de agressividade, velocidade e perfeição no caos que é o reign in blood. Dito isso vms ao q eu achei do DM.
Na primeira vez que escutei, ficou meio decepcionado. Apesar dos clássicos That was just your life, All nightmare Long (essa lemrba ate o kill em all, show) e My apocalypse, eu nao conseguia tirar a ideia de que o album era um load mais complexo. Mas depois de multiplas escutadas as musicas fora crescendo e so mesmo a the unforgiven 3 que não gostei. Em geral o album mata a pau e finalmente adicionei um quinto album do metallica de q sou fã. BEM melhor que qualquer coisa desde o and justice, e muito melhor q o black. Tenho esperanças que, caso venha outro album, que seja ainda melhor que esse. Metallica, welcome back! |
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fmetal Master Of Puppets


Mensagens: 27541
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| Dark Messiah escreveu: | Folha de São Paulo
"Banda volta ao passado em cacetadas"
DO ENVIADO A LONDRES
"Bandas longevas que cunharam um som típico no início da carreira tendem a revisitar esse som. O R.E.M. faz isso com "Accelerate". O U2 reencontrou o passado com "All that You Can't Leave Behind". Agora é a vez do Metallica.
Verdade que a banda californiana relutou em voltar a soar como nos primórdios. Alguém com 30 anos provavelmente não se lembra do Metallica lançando um álbum do mais autêntico thrash metal. Quem foi jovem na década de 1990 conheceu o Metallica com a radiofônica "Enter Sandman" ou na MTV, já com o visual comportado, em que as vastas cabeleiras deram lugar a cortes mauricinhos.
Depois da terapia de "St. Anger", uma regressão soa até natural. "Death Magnectic" já abre com duas cacetadas que poderiam estar em "Master of Puppets", terceiro e mais cultuado trabalho do Metallica: "That Was Just Your Life" e "The End of the Line". Ambas são cheias de clichês do thrash metal que o Metallica inventou.
O desfecho de "All Nightmare Long" remete ao de "Metal Militia", uma das faixas mais poderosas do disco de estréia da banda. "Suicide & Redemption" é ainda mais empolgante, até por ser totalmente instrumental. James Hetfield funciona melhor tocando guitarra. Em "Unforgiven III", única balada do CD, ele parece cantar os mesmos versos das anteriores.
Outra decepção do repertório é o "The Day that Never Comes". Mas o final, com "My Apocalypse", certamente lavará as almas dos fãs. Mais thrash do que ela, só o logo original da banda, que volta em "Death Magnetic". (JFJ)"
ta ai pessoal a matéria da folha de são paulo
meu primeiro post hell yeah! |
To achando que esse cara que fez essa resenha ouviu a Unforgiven errada heim, nao achei os versos das anteriores aqui nao... 
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fanatic Some Kind Of Monster


Mensagens: 10125 Localização: São Paulo
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| [metalremains] escreveu: | | Me mandaram um e-mail agora pouco chamando atenção sobre isso, que a tradução pra Unforgiven é Imperdoado e não Imperdoável (como tava antes). Imperdoável seria Unforgivable. |
E o q seria alguém 'Imperdoado'? |
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