Qual o melhor disco? |
| Death Magnetic |
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54% |
[ 23 ] |
| Hardwired... To Self-Destruct |
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45% |
[ 19 ] |
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| Usuários que votaram : 42 |
| Total de Votos : 42 |
| Resultado detalhado |
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Reborned Master Of Puppets


Searching for the lost Xanadu
Mensagens: 20766 Localização: Portugal
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O novo dos Opeth, ou os dos Porcupine Tree, por exemplo, têm bastante dinâmica. Nesses álbuns tem partes mais lentas que você precisa até de aumentar e ir controlando o volume manualmente para ouvir a música no mesmo nível. Já no DM isso não acontece porque independentemente de ser uma parte mais barulhenta ou calma, o volume, que deveria variar, é sempre o mesmo.
Editado pela última vez por Reborned em Wed Nov 23, 2016 5:48 am, num total de 1 vez |
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[metalremains] Ditador


Mensagens: 73209
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| Kuspe escreveu: | | Por que minhas citações estão saindo assim???? |
BBCode provavelmente tá desabilitado. Tá uma conferida no seu perfil.
De qualquer forma, corrigi as citações nos demais posts. |
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Moonwalker The End Of The Line


Mensagens: 72815
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Isso de Dinâmica é o disco ter níveis de volume diferentes durante a música? Tem certeza? Não sei, isso não me parece legal
Pra mim é poder ouvir num volume alto sem estourar, só isso.
Coloca um once more por exemplo pra ouvir no máximo e é de boa, volume tá alto mas tá agradável, coloca um DM pra ouvir tem pedaços em que tá tão estridente o negócio que seu eu não baixar o volume vou ficar com eles zunindo uma semana inteira. |
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Reborned Master Of Puppets


Searching for the lost Xanadu
Mensagens: 20766 Localização: Portugal
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Eu creio que essa é uma das característica, os caras tentam por tudo a soar no mesmo nível através de compressores, independentemente das nuances da música. Aí perde a dinâmica e pode distorcer (o tal clipping) caso essa compressão da música seja exagerada.
Essa pelo menos é a ideia que eu tenho do assunto, mas posso estar a viajar.
Claro que ter que regular o volume também é escroto, por isso deve sempre existir um equilíbrio na parada.
Editado pela última vez por Reborned em Wed Nov 23, 2016 7:21 am, num total de 1 vez |
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Kirkão Whiplash


:. Mastodonic Brotherhood :.
Mensagens: 45884 Localização: Natal - RN
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Odiaria ficar ouvindo um album e ter que ficar aumentando ou diminuindo o som pra achar um meio termo em cada música. |
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Moonwalker The End Of The Line


Mensagens: 72815
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Pois é, isso não existe  |
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[metalremains] Ditador


Mensagens: 73209
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A questão não é aumentar ou não o volume durante uma música, mas em um trecho de música, naturalmente tem partes mais altas e mais baixas (só ver qualquer visualizador de espectro de áudio, que as barrinhas ficam "pulando").
Quando diminui a dinâmica, tem menos variações entre altos e baixos (as barrinhas "pulam" menos), então a música fica com menos nuâncias, como o João falou. |
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Kirkão Whiplash


:. Mastodonic Brotherhood :.
Mensagens: 45884 Localização: Natal - RN
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Sim, mas mesmo nesse caso se a produção buscar um equilíbrio não haverá necessidade de regular o volume numa determinada passagem. O Opeth tem uma produção bem foda nesse ponto para os álbuns mais antigos, eles sempre alternam os riffs do inferno com passagens leves e NUNCA precisei aumentar ou baixar o volume, a música continua num tom equilibrado.
Bota aí uma Ghost of Perdition, vê se precisa mexer em volume. Eu entendo o que o João quer dizer, mas acho que isso é um trampo prioritário da produção que é buscar um equilíbrio entre essa dinâmica musical porque se não há cuidado quanto a isso acaba afetando a audição e a pegada da música. Só não concordo que a saída seja estourar o som. |
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Reborned Master Of Puppets


Searching for the lost Xanadu
Mensagens: 20766 Localização: Portugal
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| Kirkão escreveu: | Sim, mas mesmo nesse caso se a produção buscar um equilíbrio não haverá necessidade de regular o volume numa determinada passagem. O Opeth tem uma produção bem foda nesse ponto para os álbuns mais antigos, eles sempre alternam os riffs do inferno com passagens leves e NUNCA precisei aumentar ou baixar o volume, a música continua num tom equilibrado.
Bota aí uma Ghost of Perdition, vê se precisa mexer em volume. Eu entendo o que o João quer dizer, mas acho que isso é um trampo prioritário da produção que é buscar um equilíbrio entre essa dinâmica musical porque se não há cuidado quanto a isso acaba afetando a audição e a pegada da música. Só não concordo que a saída seja estourar o som. |
Isso. Dei o exemplo de regular o volume como o oposto ao clipping que existe no DM. |
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[metalremains] Ditador


Mensagens: 73209
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É que o João foi meio infeliz nesse exemplo de ter que controlar o volume da música manualmente.  |
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jordan Hero Of The Day


Mensagens: 3010 Localização: Porto Alegre
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| [metalremains] escreveu: | A questão não é aumentar ou não o volume durante uma música, mas em um trecho de música, naturalmente tem partes mais altas e mais baixas (só ver qualquer visualizador de espectro de áudio, que as barrinhas ficam "pulando").
Quando diminui a dinâmica, tem menos variações entre altos e baixos (as barrinhas "pulam" menos), então a música fica com menos nuâncias, como o João falou. |
É isso. Manter a naturalidade do volume dos instrumentos. Uma levada no prato não tem necessariamente o mesmo volume do bumbo ou da caixa ou uma palhetada mais forte x mais fraca (só para exemplificar). No Death Magnetic, foi tudo comprimido para soar no mesmo volume (e bem alto). As "barrinhas" ficam praticamente o tempo todo no talo, ocasionando a distorção. |
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Reborned Master Of Puppets


Searching for the lost Xanadu
Mensagens: 20766 Localização: Portugal
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| [metalremains] escreveu: | É que o João foi meio infeliz nesse exemplo de ter que controlar o volume da música manualmente.  |
Se eu for no autocarro ou outro ambiente ruidoso isso acontece regularmente a ouvir Opeth, nas.passagens suaves/pesadas, mas aí é por conta da circunstância. Com o DM isso nunca acontece porque está tudo ao mesmo nível. |
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Kuspe Invisible Kid


Mensagens: 183
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É isso..
A faixa dinâmica de um disco é a diferença entre o som mais baixo e o som mais alto. Antigamente, as gravações traziam uma faixa dinâmica ampla, que permitia a variação natural de volume conforme o instrumento ou parte da música.
Um disco com dinâmica se torna menos cansativo, já que há partes com volume alto e outras com volume um pouco menor.
O problema é que, um disco com faixa dinâmica bem ampla exige uma sala de audição com baixíssimo som ambiente, para que, apesar da diminuição do volume, o ouvinte possa continuar a escutar adequadamente a música.
Além de uma audição mais natural, a amplitude dinâmica permite à banda controlar as partes da música com mais impacto e as outras mais sutis.
A partir da década de 90, com todo mundo ouvindo música em sons portáteis e dispositivos digitais, em locais com grande ruído ambiente, os engenheiros começaram a comprimir cada vez mais o som, para que, em primeiro lugar o ouvinte sentisse o impacto inicial da música mais alta e, em segundo, todo a faixa fosse audível, apesar de ruídos no ambiente.
O problema atingiu níveis desastrosos entre 2005 e 2010 (justo a época do Death Magnetic), quando a compressão usada era tanta que gerava distorção (clipping).
Hoje já há um movimento de diminuição da compressão (os discos mastered for itunes limitam um pouco a compressão, para evitar distorções), mas varia muito de acordo com o formato. Por exemplo, os vinis novos que são lançados geralmente usam uma masterização com menos compressão do que o CD ou os formatos digitais, pois normalmente, quem ouve vinil, escuta em casa, num ambiente adequado.
Segue um audio do youtube com exemplo do uso exagerado da compressão e o impacto que ela gera:
https://youtu.be/TqQX3htzhSY
Editado pela última vez por Kuspe em Wed Nov 23, 2016 11:57 am, num total de 2 vezes |
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Reborned Master Of Puppets


Searching for the lost Xanadu
Mensagens: 20766 Localização: Portugal
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Boa, Kuspe. Curti a explicação. |
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Papa Hec Master Of Puppets


eu gosto de rock
Mensagens: 25969
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Mandou bem, Kuspe. O clipping e falta de dinâmica é sintoma das novas formas de distribuição e formas de consumo de música, de fato. O Miranda (produtor brasileiro que produziu Raimundos) mixava os discos dele com radiozinho de pilha ou as piores caixas de som possível, pois sabia que é assim que a massa brasileira iria escutar os sons que vinham de rádio e etc. O pessoal foi tapando o buraco causado pela forma atualizada de consumo de música (walkmens, discmans, mp3, celulares...) com a falta de dinâmica, o que gerou a famosa Loudness War que já foi citada aqui.
Editado pela última vez por Papa Hec em Wed Nov 23, 2016 1:59 pm, num total de 1 vez |
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