Megadave Moderador


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| Rodrigo AG escreveu: | | Esse album é bom mesmo. O primeiro que é uma bosta. |
O primeiro nem é ruim cara, eu curto.
E saiu uma música nova do álbum novo no myspace, foda DEMAIS:
http://www.myspace.com/officialpoisonblack
É a primeira. Já escutei umas 10 vezes seguidas aqui. |
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Philip666 Frantic


D A V I D I A N
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| Megadave escreveu: | O primeiro nem é ruim cara, eu curto.
E saiu uma música nova do álbum novo no myspace, foda DEMAIS:
http://www.myspace.com/officialpoisonblack
É a primeira. Já escutei umas 10 vezes seguidas aqui. |
Pô, legalzona mesmo a música!!  |
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Kirkão Whiplash


:. Mastodonic Brotherhood :.
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To viciado no do Scorpions, depois de ouvir bastante realmente não é melhor que o Humanity, mas fica próximo, acho que o anterior por ser temático a banda se inspirou mais. Mas to viciado, achando muito foda principalmente as coisas mais hard rock. |
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Crazy Horse Some Kind Of Monster


The Last King Of Poland
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Resenha do novo do Blaze Bayley. Espero que o Whiplash publique:
Blaze Bayley: pesado, rápido e obscuro
Por Igor Z. Martins
Blaze Bayley é um dos caras mais controversos do heavy metal, principalmente em função de sua passagem pelo sagrado Iron Maiden (sim, temos de falar outra vez sobre isso!), onde ele teve que substituir o mais que sagrado Bruce Dickinson. Talvez o principal trauma de Bayley, no Maiden, tenha sido quanto a cantar todos aqueles clássicos, gravados no potente tom de Dickinson, com sua voz grave para os padrões da Donzela. O fato é que, cantar o material clássico do Iron Maiden pode ser arriscado até mesmo para um vocalista com tessitura vocal mais alta que a de Bayley, especialmente porque ninguém canta igual outra pessoa (o que alguns fãs do Maiden, nem sempre inteligentes, insistem em nunca compreender). Se André Matos, com sua notável voz aguda, tivesse vencido aquele ‘concurso’ para substituir Dickinson no Maiden, ainda assim os fãs dariam um jeito de criticar! Sim, pois ele e nem ninguém jamais seria Bruce Dickinson. Fã de Iron Maiden pode ser mais terrível e obtuso que ditador de extrema direita, não?
Muito bem, está todo mundo cansado de ler sobre a passagem de Bayley no Iron Maiden. Quase todos os textos que possuem o nome ‘Blaze Bayley’ em seu conteúdo esbarram na passagem do cara pela banda mais amada do metal. Todavia, caí nesse clichê em função de alguns paradigmas jornalísticos pedirem que o redator da crítica faça o mínimo de contextualização entre o objeto criticado e aquilo que o cerca.
Falemos, então, do mais recente lançamento de Blaze Bayley, “Promise And Terror”, que saiu do forno no início de 2010. O disco segue a linha que Blaze sempre seguiu em seus álbuns solo: metal pesado e direto. Todavia, em “Silicon Messiah” (2000), seu primeiro álbum solo, por exemplo, Bayley não abusou de tantos clichês do estilo como abusa em seu novo álbum. Ao passo que seu primeiro disco pós-Maiden trouxe um metal mais arrastado e pesado, a exemplo de canções como “Evolution”, “Ghost In The Machine” e a faixa título, “Promise And Terror” mostra riffs mais rápidos e melodias dançantes, coisa que ele aprendeu a fazer em seus dias de Iron Maiden.
Blaze Bayley seguiu à risca a cartilha do heavy metal, que não ousa e não traz muitos elementos diferentes, além de apenas o “mais do mesmo”. Um prato cheio pra quem gosta de heavy metal rápido, com melodia e sem invenção de moda, e um pouco decepcionante pra quem gosta daquilo que sai dos moldes. Todavia, todas as músicas são muitíssimo bem tocadas, arranjadas e produzidas. Enquanto cantor, Bayley comprovou mais uma vez que fez uma notável evolução, e, se não tivesse dado a cara a tapa no Iron Maiden, possivelmente seria considerado um dos maiores cantores de heavy metal, já que, em carreira solo, ele canta com sua própria voz e não tem de viver sob a pressão de ter de soar como alguém. Um exemplo do quanto Bayley pode ser bom cantando com sua própria voz é a versão para “Dazed And Confused”, do Led Zeppelin, registrada em seu álbum ao vivo “As Live As It Gets” (2003).
“Promise And Terror” é aberto com “Watching The Night Sky”: metal simples, rápido e direto, com Blaze Bayley arriscando agudos e se mostrando bastante amadurecido quanto ao seu próprio estilo de cantar. A seguinte é “Madness And Sorrow”, edificada, também, em riffs rápidos e melodias dançantes. “1633” vem na seqüencia, mostrando um riff de guitarra bastante interessante, mas, ainda assim, rápida e direta. “God Of Speed”, a quarta música do álbum, já mostra uma temática diferente, com riffs mais cadenciados. Todavia, a velocidade volta ao final da música. A quinta, “City Of Bones”, é iniciada com uma espécie de marcha militar. Bastante interessante.
“Faceless” e “Time To Dare” aparecem imperceptíveis na seqüencia. Aliás, até aqui, a audição do disco pode ser um tanto cansativa, já que as canções têm mais ou menos a mesma roupagem. Todavia, a atenção do ouvinte é chamada em “Surrounded By Sadness”, focada em melodias acústicas, com Blaze fazendo uma ótima interpretação. Aqui se tem a certeza de que, de fato, Bayley é um ótimo cantor e que a injustiça que lhe fora feita no passado realmente não passou de... Bem, injustiça... Aqui ele não é obrigado a gritar incrivelmente alto em “The Trooper” ou “Run To The Hills”. O que se tem aqui é Bayley cantando com sua voz, com seu espírito, e ele anda fazendo isso muito, muito bem. “Surrounded By Sadness” chega ao seu final com o que eu estive esperando ouvir até aqui: riffs mais lentos e carregados de peso. Nada daquela velocidade maluca do início do disco.
“The Trace Of Things That Have No Words” vem em seguida como uma espécie de continuação de “Surrounded By Sadness”. Um ótimo riff pesado e cadenciado que, mesmo tendo uma seqüencia mais rápida, mantém a mesma introspecção do início da canção. “Letting Go Of The World” é a próxima: iniciada com um dedilhado e melodias acústicas, seguidas por riffs pesados e trabalhados e com Blaze mostrando do que sua voz é capaz. Talvez a melhor faixa do disco, em minha opinião. É! Parece que ele deixou seu lado obscuro e melancólico aparecer apenas no final do álbum. “Comfortable In The Darkness” vem para fechar o disco. A faixa é iniciada, também, com dedilhados e Blaze cantando em tom bem baixo, quase sussurrado. A melodia do vocal é ótima, inspirada, carregada de emoção. A música se desenvolve predominantemente de forma introspectiva, com riffs carregados de peso, melodias dedilhadas e Blaze dando aulas de interpretação. Sem dúvida, as quatro últimas faixas do disco são as melhores para aqueles que não se focam apenas em metal tocado à velocidade da luz, em solos enlouquecedores e em melodias dançantes. Nitidamente, a inspiração de Blaze apareceu melhor nos momentos finais do álbum, e foi aí que eu, fã de riffs pesados, lentos e “arrastados”, fui mais feliz.
No início da audição, arrisquei o palpite de que iria me arrepender amargamente após ouvir a obra inteira. Pensei: “lá vem metal rapidinho com melodias à Helloween”. E, de fato, se o disco fosse calcado aí, eu o atiraria pela janela, pois odeio metal rapidinho e muito mais ainda Helloween. No entanto, mesmo usando e abusando de trechos rápidos e dançantes, Blaze Bayley faz isso de forma competente! Além de não ter esquecido como sua voz fica bem em melodias mais melancólicas e soturnas – alguém arrisca dizer que adora “Fortunes Of War”, “Edge Of Darkness” ou “Sign Of The Cross”, do mais que injustiçado “The X Factor" (1995)? Eu sim!
Editado pela última vez por Crazy Horse em Mon Mar 15, 2010 1:04 pm, num total de 1 vez |
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fmetal Master Of Puppets


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Harvester Master Of Puppets


The Devil Put Dinosaurs Here
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A resenha está muito boa, porém eu tiraria alguns trechos, como a parte em que tu fala do Helloween. Achei meio sem sentido.
Mas claro, se tu curte polêmicas, esse trecho e os comentários sobre os fãs do Iron são um prato cheio.  |
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Strider Moderador


I WORSHIP CHAOS!
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Na verdade já é o quarto álbum do Poisonblack. |
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Crazy Horse Some Kind Of Monster


The Last King Of Poland
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| fmetal escreveu: | Ate em uma resenha do Blaze ele tem que metar o pau no Helloween
Boa resenha cara, eu curto os dois "estilos" citados ae no album (rapidinho com melodias dançantes/pesado e cadenciado, pra mim o album é foda por inteiro. |
Mas é que é assim: som rapidinho e feliz lembra? Helloween! Da mesma forma que merda no jardim lembra Palmeiras ou que Eddie lembra Iron Maiden! É um referencial de conceito!  |
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Megadave Moderador


Mensagens: 34125 Localização: China
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| Strider escreveu: | | Na verdade já é o quarto álbum do Poisonblack. |
Quarto? |
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Crazy Horse Some Kind Of Monster


The Last King Of Poland
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Esse disco novo do Blaze me ativou a curiosidade para ir atrás de entrevistas, curiosidades e músicas do cara, tanto na época do Maiden como agora. Realmente, esse coitado foi o filho da puta mais injustiçado da história do rock. Acho que quem deveria levar as ovadas era o Steve Harris, porque foi ele quem recrutou um cara com uma voz absolutamente contrária ao que o Iron Maiden pede.
Estive assistindo a videos no Youtube. Ele canta "The Edge Of Darkness", "Fortunes Of War" ou "The Aftermath", por exemplo, que são gravadas com ele, de uma maneira como o Dickinson nunca conseguiria o mesmo efeito soturno e agressivo.
É sério, caras! Você vê o Blaze tendo de cantar "The Trooper" ou "The Evil That Men Do"... Essas músicas, por um simples fator orgânico, foram registradas num tom absolutamente acima do que a voz dele chega. Aí você vê o coitado se cagando pra cantar, sem confiança e abatido. Quando ele canta uma música que ele gravou, é outro Blaze. O cara se solta e manda muito bem.
Sabe, eu costumava cantar em bandas até o início deste ano (eu larguei dessa vida bandida, mas pretendo voltar assim que meus amigos desistam de tocar pop). Canto desde os 14 anos. A minha voz é alta, não como a do Bruce ou André Matos, mas é bem, bem mais alta que a do Blaze e, mesmo assim, eu nunca fui muito feliz quando tocávamos Iron Maiden, porque aquilo era muito acima da minha voz. Experimenta cantar "The Number Of The Beast", "The Evil That Men Do" e "The Trooper", numa sequencia e então nós falaremos sobre capacidade vocal. Se você cantar de qualquer merda de jeito, tudo bem, agora, se se preocupa em cantar corretamente, é uma roubada, porque é realmente bem alto e ninguém vai entender ou gostar se você fizer a SUA versão.
Imagino que eu chegava nos tons com muito mais facilidade que o Blaze e, mesmo assim, aquilo era difícil e você tem que ser muito macho pra arriscar uma "Aces High", num festival de metaleiros fanáticos, onde há mil doidos querendo tua cabeça caso você erre. Ou você entra lá e acerta ou adeus reputação e você será conhecido como o vocalista nojento e bastardo que não consegue cantar Iron Maiden - logo, pra eles, não consegue cantar nada.
Deviam ter cortado a cabeça do Steve Harris. É o mesmo que colocar o Ronnie James Dio pra cantar músicas da Whitney Houston e exigir que saia igual. Ou colocar o Dickinson pra cantar o que o Edson Cordeiro canta. Quer dizer, não rola. Aí, colocam o garoto Blaze, inexperiente e boquiaberto demais pra ver onde havia se metido e exigem que ele seja o "Dickinson part II". Maldade, né? Incrível como toda a troupe de empresários e os próprios companheiros de banda do Harris compactuaram com isso. Aí dizem: "vamos investir numa nova linha de som"! Beleza, então esqueçam as porras dos clássicos. Se detenham em músicas que o vocalista possa cantar, como "Wrathchild", "Iron Maiden", "Sanctuary", "Running Free", ou qualquer outra que tenha um tom mais baixo, além, claro, das que o próprio Bayley gravou.
Curto muito a carreira solo dele e acho ele um puta vocalista, especialmente após ouvir seu disco ao vivo "As Live As It Gets".
Editado pela última vez por Crazy Horse em Mon Mar 15, 2010 8:19 pm, num total de 1 vez |
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Régis Whiplash


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Já ouviu o The Man...?
É na mesma linha do Promise and Terror, mas particularmente acho bem superior. |
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[metalremains] Ditador


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| Megadave escreveu: | | Quarto? |
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ironman Hero Of The Day


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Editado pela última vez por ironman em Mon Mar 15, 2010 9:29 pm, num total de 1 vez |
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Régis Whiplash


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Gorillaz, fala sério que essa bosta ainda existe.  |
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ironman Hero Of The Day


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| Régis Moura escreveu: | Gorillaz, fala sério que essa bosta ainda existe.  |
Pra minha surpresa: ainda existe! E chegou a ser primeiro lugar na parada britânica!  |
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