Quincas Whiplash


Mensagens: 36573
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Eu mesmo já comprei as minhas, pra criticar com conhecimento de causa.  |
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fanatic Some Kind Of Monster


Mensagens: 10109 Localização: São Paulo
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Eu queria ser o maluco que solta os filmes no cimena pra colocar um That One Night no lugar com todo mundo dentro. |
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Quincas Whiplash


Mensagens: 36573
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| fanatic escreveu: | | Eu queria ser o maluco que solta os filmes no cimena pra colocar um That One Night no lugar com todo mundo dentro. |
O que? |
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Skull The End Of The Line

Mensagens: 93900
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Eu ligaria o show do Demons & Wizards no Wacken 2019 e todo mundo sairia feliz. |
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uerlei The End Of The Line


Mensagens: 61522 Localização: Teresina
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Sim, viraria sessão de comédia. |
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jordan Hero Of The Day


Mensagens: 3008 Localização: Porto Alegre
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| [metalremains] escreveu: | | Mais um show espetacular dos nossos mestres, isso sim. |
Essa é a verdade. Para mim, foi uma experiência completamente diferente de todos os shows deles que assisti (e não só pela razão óbvia de ter uma orquestra no palco).
Os detalhes da produção e da organização do evento foram um show à parte (coisas que só os EUA mesmo sabem fazer). Senti um clima diferente também - muito mais de celebração e homenagens, mais festivo e descontraído (da plateia, até a banda e a Orquestra). Alguém fez uma estimativa de que quase 100 países diferentes estavam representados.
Sobre o set, algumas escolhas arriscadas, e talvez as que melhor funcionaram (U3, Anesthesia, All Within My Hands). As músicas “novas” que sempre me pareceram uma escolha lógica para um S&M2 (Halo no Fire e The Day that Never Comes) ficaram ótimas, apesar de eu ter sentido falta de introduções mais “climáticas” para ambas, como nos shows da tour atual (acho que pode ter relação com a duração do show e a obrigação de pontualidade para o som da Arena). Na U3, um James como nunca tinha visto - sem guitarra, totalmente introspectivo, quase desconcertado, mas focado no vocal e deixando o protagonismo para a Sinfônica. Muito bacana de ver mesmo. As melhores: Outlaw Torn e No Leaf Clover. Menções honrosas para Memory e Wherever I May Roam.
No local que eu estava (quase no teto da arena), fiquei com a sensação de que as guitarras estavam com um volume bem abaixo do normal, talvez na linha daquilo que foi vazado da pré-produção, que o James achava que no primeiro S&M estava tudo muito alto, com pouca dinâmica.
Nunca tinha assistido um show indoor do Metallica, também nenhum nos EUA. Neste ponto, estranhei bastante a postura da plateia. Acho que uma sala de cinema no BR faz mais ruído. Certo que era uma ocasião diferente, um show bem mais contemplativo, mas a galera sentada, totalmente “imobilizada” nos assentos me incomodou um pouco (porque eu também não podia ficar em pé para não atrapalhar quem estava sentado atrás de mim).
No mais, bem satisfeito de ter escolhido ir para SF e acompanhar isso tudo. Compartilhando do sentimento geral, foi como contemplar uma fato histórico, algo que não irá se repetir trivialmente.
Editado pela última vez por jordan em Tue Sep 10, 2019 3:25 am, num total de 2 vezes |
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Brenight Master Of Puppets


Mensagens: 22795 Localização: Too far gone
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Boa, Jordan. Baita review, fico feliz por você ter presenciado esse show. |
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uerlei The End Of The Line


Mensagens: 61522 Localização: Teresina
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| jordan escreveu: | Essa é a verdade. Para mim, foi uma experiência completamente diferente de todos os shows deles que assisti (e não só pela razão óbvia de ter uma orquestra no palco).
Os detalhes da produção e da organização do evento foram um show à parte (coisas que só os EUA mesmo sabem fazer). Senti um clima diferente também - muito mais de celebração e homenagens, mais festivo e descontraído (da plateia, até a banda e a Orquestra). Alguém fez uma estimativa de que quase 100 países diferentes estavam representados.
Sobre o set, algumas escolhas arriscadas, e talvez as que melhor funcionaram (U3, Anesthesia, All Within My Hands). As músicas “novas” que sempre me pareceram uma escolha lógica para um S&M2 (Halo no Fire e The Day that Never Comes) ficaram ótimas, apesar de eu ter sentido falta de introduções mais “climáticas” para ambas, como nos shows da tour atual (acho que pode ter relação com a duração do show e a obrigação de pontualidade para o som da Arena). Na U3, um James como nunca tinha visto - sem guitarra, totalmente introspectivo, quase desconcertado, mas focado no vocal e deixando o protagonismo para a Sinfônica. Muito bacana de ver mesmo. As melhores: Outlaw Torn e No Leaf Clover. Menções honrosas para Memory e Wherever I May Roam.
No local que eu estava (quase no teto da arena), fiquei com a sensação de que as guitarras estavam com um volume bem abaixo do normal, talvez na linha daquilo que foi vazado da pré-produção, que o James achava que no primeiro S&M estava tudo muito alto, com pouca dinâmica.
Nunca tinha assistido um show indoor do Metallica, também nenhum nos EUA. Neste ponto, estranhei bastante a postura da plateia. Acho que uma sala de cinema no BR faz mais ruído. Certo que era uma ocasião diferente, um show bem mais contemplativo, mas a galera sentada, totalmente “imobilizada” nos assentos me incomodou um pouco (porque eu também não podia ficar em pé para não atrapalhar quem estava sentado atrás de mim).
No mais, bem satisfeito de ter escolhido ir para SF e acompanhar isso tudo. Compartilhando do sentimento geral, foi como contemplar uma fato histórico, algo que não irá se repetir trivialmente. |
Boa.
Não tem como se arrepender, parada dessas é muito foda de ir e não existe comparação acompanhar ao vivo. |
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PH Whiplash


Mensagens: 48230
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| jordan escreveu: | Essa é a verdade. Para mim, foi uma experiência completamente diferente de todos os shows deles que assisti (e não só pela razão óbvia de ter uma orquestra no palco).
Os detalhes da produção e da organização do evento foram um show à parte (coisas que só os EUA mesmo sabem fazer). Senti um clima diferente também - muito mais de celebração e homenagens, mais festivo e descontraído (da plateia, até a banda e a Orquestra). Alguém fez uma estimativa de que quase 100 países diferentes estavam representados.
Sobre o set, algumas escolhas arriscadas, e talvez as que melhor funcionaram (U3, Anesthesia, All Within My Hands). As músicas “novas” que sempre me pareceram uma escolha lógica para um S&M2 (Halo no Fire e The Day that Never Comes) ficaram ótimas, apesar de eu ter sentido falta de introduções mais “climáticas” para ambas, como nos shows da tour atual (acho que pode ter relação com a duração do show e a obrigação de pontualidade para o som da Arena). Na U3, um James como nunca tinha visto - sem guitarra, totalmente introspectivo, quase desconcertado, mas focado no vocal e deixando o protagonismo para a Sinfônica. Muito bacana de ver mesmo. As melhores: Outlaw Torn e No Leaf Clover. Menções honrosas para Memory e Wherever I May Roam.
No local que eu estava (quase no teto da arena), fiquei com a sensação de que as guitarras estavam com um volume bem abaixo do normal, talvez na linha daquilo que foi vazado da pré-produção, que o James achava que no primeiro S&M estava tudo muito alto, com pouca dinâmica.
Nunca tinha assistido um show indoor do Metallica, também nenhum nos EUA. Neste ponto, estranhei bastante a postura da plateia. Acho que uma sala de cinema no BR faz mais ruído. Certo que era uma ocasião diferente, um show bem mais contemplativo, mas a galera sentada, totalmente “imobilizada” nos assentos me incomodou um pouco (porque eu também não podia ficar em pé para não atrapalhar quem estava sentado atrás de mim).
No mais, bem satisfeito de ter escolhido ir para SF e acompanhar isso tudo. Compartilhando do sentimento geral, foi como contemplar uma fato histórico, algo que não irá se repetir trivialmente. |
Feliz por você, meu obtuso. Sem sombra de dúvidas pra quem não tem o monte de ressalvas que o Hate Train tem (e eu me incluo nisso ) e ainda tem um fascínio acima da média pela banda a chinfra deve ser caralhuda. Tenho convicção que quando assistir vou encontrar N defeitos que passariam facilmente despercidos se presenciasse ao vivo.
Editado pela última vez por PH em Tue Sep 10, 2019 11:55 am, num total de 1 vez |
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uerlei The End Of The Line


Mensagens: 61522 Localização: Teresina
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Defeitos que passam despercebidos e qualidades que são sentidas só estando lá. |
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[metalremains] Ditador


Mensagens: 72993
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| jordan escreveu: | Essa é a verdade. Para mim, foi uma experiência completamente diferente de todos os shows deles que assisti (e não só pela razão óbvia de ter uma orquestra no palco).
Os detalhes da produção e da organização do evento foram um show à parte (coisas que só os EUA mesmo sabem fazer). Senti um clima diferente também - muito mais de celebração e homenagens, mais festivo e descontraído (da plateia, até a banda e a Orquestra). Alguém fez uma estimativa de que quase 100 países diferentes estavam representados.
Sobre o set, algumas escolhas arriscadas, e talvez as que melhor funcionaram (U3, Anesthesia, All Within My Hands). As músicas “novas” que sempre me pareceram uma escolha lógica para um S&M2 (Halo no Fire e The Day that Never Comes) ficaram ótimas, apesar de eu ter sentido falta de introduções mais “climáticas” para ambas, como nos shows da tour atual (acho que pode ter relação com a duração do show e a obrigação de pontualidade para o som da Arena). Na U3, um James como nunca tinha visto - sem guitarra, totalmente introspectivo, quase desconcertado, mas focado no vocal e deixando o protagonismo para a Sinfônica. Muito bacana de ver mesmo. As melhores: Outlaw Torn e No Leaf Clover. Menções honrosas para Memory e Wherever I May Roam.
No local que eu estava (quase no teto da arena), fiquei com a sensação de que as guitarras estavam com um volume bem abaixo do normal, talvez na linha daquilo que foi vazado da pré-produção, que o James achava que no primeiro S&M estava tudo muito alto, com pouca dinâmica.
Nunca tinha assistido um show indoor do Metallica, também nenhum nos EUA. Neste ponto, estranhei bastante a postura da plateia. Acho que uma sala de cinema no BR faz mais ruído. Certo que era uma ocasião diferente, um show bem mais contemplativo, mas a galera sentada, totalmente “imobilizada” nos assentos me incomodou um pouco (porque eu também não podia ficar em pé para não atrapalhar quem estava sentado atrás de mim).
No mais, bem satisfeito de ter escolhido ir para SF e acompanhar isso tudo. Compartilhando do sentimento geral, foi como contemplar uma fato histórico, algo que não irá se repetir trivialmente. |
Boa, Jordan. Deve ter sido foda presenciar isso ao vivo mesmo. |
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Gud Some Kind Of Monster


Mensagens: 11216
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| jordan escreveu: | Essa é a verdade. Para mim, foi uma experiência completamente diferente de todos os shows deles que assisti (e não só pela razão óbvia de ter uma orquestra no palco).
Os detalhes da produção e da organização do evento foram um show à parte (coisas que só os EUA mesmo sabem fazer). Senti um clima diferente também - muito mais de celebração e homenagens, mais festivo e descontraído (da plateia, até a banda e a Orquestra). Alguém fez uma estimativa de que quase 100 países diferentes estavam representados.
Sobre o set, algumas escolhas arriscadas, e talvez as que melhor funcionaram (U3, Anesthesia, All Within My Hands). As músicas “novas” que sempre me pareceram uma escolha lógica para um S&M2 (Halo no Fire e The Day that Never Comes) ficaram ótimas, apesar de eu ter sentido falta de introduções mais “climáticas” para ambas, como nos shows da tour atual (acho que pode ter relação com a duração do show e a obrigação de pontualidade para o som da Arena). Na U3, um James como nunca tinha visto - sem guitarra, totalmente introspectivo, quase desconcertado, mas focado no vocal e deixando o protagonismo para a Sinfônica. Muito bacana de ver mesmo. As melhores: Outlaw Torn e No Leaf Clover. Menções honrosas para Memory e Wherever I May Roam.
No local que eu estava (quase no teto da arena), fiquei com a sensação de que as guitarras estavam com um volume bem abaixo do normal, talvez na linha daquilo que foi vazado da pré-produção, que o James achava que no primeiro S&M estava tudo muito alto, com pouca dinâmica.
Nunca tinha assistido um show indoor do Metallica, também nenhum nos EUA. Neste ponto, estranhei bastante a postura da plateia. Acho que uma sala de cinema no BR faz mais ruído. Certo que era uma ocasião diferente, um show bem mais contemplativo, mas a galera sentada, totalmente “imobilizada” nos assentos me incomodou um pouco (porque eu também não podia ficar em pé para não atrapalhar quem estava sentado atrás de mim).
No mais, bem satisfeito de ter escolhido ir para SF e acompanhar isso tudo. Compartilhando do sentimento geral, foi como contemplar uma fato histórico, algo que não irá se repetir trivialmente. |
Ótimo relato, Jordan. Fico feliz por você poder presenciar isso. |
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uerlei The End Of The Line


Mensagens: 61522 Localização: Teresina
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Será se daqui algum tempo, a geração que aprendeu a gostar de Metallica depois dos anos 2000 terá o SM² melhor que o primeiro?  |
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Skull The End Of The Line

Mensagens: 93900
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| jordan escreveu: | Essa é a verdade. Para mim, foi uma experiência completamente diferente de todos os shows deles que assisti (e não só pela razão óbvia de ter uma orquestra no palco).
Os detalhes da produção e da organização do evento foram um show à parte (coisas que só os EUA mesmo sabem fazer). Senti um clima diferente também - muito mais de celebração e homenagens, mais festivo e descontraído (da plateia, até a banda e a Orquestra). Alguém fez uma estimativa de que quase 100 países diferentes estavam representados.
Sobre o set, algumas escolhas arriscadas, e talvez as que melhor funcionaram (U3, Anesthesia, All Within My Hands). As músicas “novas” que sempre me pareceram uma escolha lógica para um S&M2 (Halo no Fire e The Day that Never Comes) ficaram ótimas, apesar de eu ter sentido falta de introduções mais “climáticas” para ambas, como nos shows da tour atual (acho que pode ter relação com a duração do show e a obrigação de pontualidade para o som da Arena). Na U3, um James como nunca tinha visto - sem guitarra, totalmente introspectivo, quase desconcertado, mas focado no vocal e deixando o protagonismo para a Sinfônica. Muito bacana de ver mesmo. As melhores: Outlaw Torn e No Leaf Clover. Menções honrosas para Memory e Wherever I May Roam.
No local que eu estava (quase no teto da arena), fiquei com a sensação de que as guitarras estavam com um volume bem abaixo do normal, talvez na linha daquilo que foi vazado da pré-produção, que o James achava que no primeiro S&M estava tudo muito alto, com pouca dinâmica.
Nunca tinha assistido um show indoor do Metallica, também nenhum nos EUA. Neste ponto, estranhei bastante a postura da plateia. Acho que uma sala de cinema no BR faz mais ruído. Certo que era uma ocasião diferente, um show bem mais contemplativo, mas a galera sentada, totalmente “imobilizada” nos assentos me incomodou um pouco (porque eu também não podia ficar em pé para não atrapalhar quem estava sentado atrás de mim).
No mais, bem satisfeito de ter escolhido ir para SF e acompanhar isso tudo. Compartilhando do sentimento geral, foi como contemplar uma fato histórico, algo que não irá se repetir trivialmente. |
Foda. |
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Brenight Master Of Puppets


Mensagens: 22795 Localização: Too far gone
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| uerlei escreveu: | Será se daqui algum tempo, a geração que aprendeu a gostar de Metallica depois dos anos 2000 terá o SM² melhor que o primeiro?  |
No que o SM2 pode ser melhor que o primeiro? Músicas? Não. Jason? Não. Produção? Talvez.
Não peguei o auge do Metallica mas tenho o Seattle 89' como meu show favorito de todos. Vai do cara entender o que foi a banda? O que pesaria nisso pra você? |
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