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Nômade King Nothing

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By the way, desculpem os erros de digitação.
Não estou na minha máquina e, como vocês sabem, teclado é como banheiro. A gente consegue bem, mesmo, só o nosso.
Abraços |
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Nômade King Nothing

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| Wilsoon escreveu: | Esse é o resumo.  |
uau.
saudade das apostilas do cursinho. lá, faziam caber tudo isso em 10 linhas
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rAÇA sUB-HUMANA Hero Of The Day

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Caro Nômade,
Como você deve bem saber, eu não escrevi a minha resenha pra nenhum tipo de veículo de comunicação onde eu devesse levar a objetividade (ainda que mítica e relativa) em conta. Num tempo as pessoas reclamavam que eu escrevia de maneira muito polida e, diga-se de passagem, complicada para alguns. Então, uso mão da linguagem coloquial e escrevo aqui como se estivesse falando com um amigo meu. Com meus amigos, a respeito do álbum, eu disse mais ou menos a mesma coisa que disse na minha resenha.
Procuro ser espontâneo. Não vou colocar minhas resenhas dentro da "pirâmide invertida". Escrevi ouvindo o disco. As palavras saíram ilustrando o que eu estava pensando no momento. Se você me pedir pra fazer outra resenha hoje, depois de ter escutado o disco mais de cinco vezes, muito provavelmente o conteúdo da mesma seria diferente.
Você disse que trabalha com cinema, certo? Exatamente com o que da área de cinema você trabalha? Eu imagino que seja com crítica de cinema. Se for, imagino que está bem presente em tua cabeça que você não pode enviar teus textos pro teu editor repleto de bravatas e explosões, não concordas? Então! Se eu tivesse de escrever sobre o álbum pra uma revista, por exemplo, certamente o teor de minhas críticas e observações (muitas seriam certamente cortadas) seria diferente.
E além do mais, caro Nômade, eu acho que sua observação deveria ser contextualizada com todo o caso de amor e ódio entre o Iron Maiden e eu. Já postei vários textos aqui no fórum falando dos porquês de minha implicância em relação à banda. Mas o que importa por enquanto é frisar que escrevi o comentário sobre o disco como se estivesse numa roda de amigos. Deves levar em conta também o conceito que grande parte da turma tem a meu respeito. Originou-se daí a polêmica.
90% do pessoal aqui comenta, discute, debate, brinca e fala sério como se estivesse numa roda de amigos. Muitos dizem "a vida real já é estressante demais, eu quero entrar aqui pra me divertir".
97 - O NÚMERO DA MORDAÇA!
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Nômade King Nothing

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Sim, trabalho (também) com crítica.
Você falou sobre a linguagem que usou. Palavrões que seriam cortados pelo editor, e coisas assim... Isso não me importa. Eu sei que estou lendo um Fórum sobre rock e não a Caros Amigos. Não me incomodo de ler coisas como "a terceira música é uma bosta" ou "puta solo do caralho". O que me incomoda são os ataques pessoais. Você dizer que Murray "bebe feito um porco" ou "tem o hábito de consumir bebida alcóolica em excesso" não muda nada o que eu acho: isso não tem relevância nenhuma na análise do disco.
E, na boa, pode ser no Estadão, pode ser no Variety, pode ser no Fórum, mas o que você escreveu é (supostamente) uma resenha. Seja informal, seja coloquial, seja repleta de palavrões, é uma resenha. E, a sua resenha do disco, como eu disse, já começa em tom pessoal na primeira frase, quando você diz que não vai tentar ser ácido. Já fica claro que você não gosta da banda. Perdeu a credibilidade. Na mesma hora, pensei: "já deixou claro que iria falar mal de qualquer jeito". Como eu disse, é o "não vi e não gostei".
Quanto a contextualizar suas observações no caso amor/ódio entre você e a banda... não, no way. Não vou fazer isso. A resenha é uma obra fechada. Não vou ter que buscar todo seu portfólio de textos sobre Iron Maiden no Google e descobrir porque você falou mal do disco. Aliás, se eu tiver que fazer isso para contextualizar seu texto, é sinal de que você, realmente não analisou o disco. Foi apenas mais um capítulo da tal relação amor/ódio da banda. E acredito que essa relação interessa a você (e talvez aos caras da banda), mas o tópico é sobre o disco. E o fórum é sobre rock. Quem está lendo quer saber sobre o disco e não sobre como você se sente sobre a banda - desde que isso tenha relevância na análise do disco. E acontece exatamente o contrário. Sua resenha é apenas um capítulo (com relevância) no modo que você se sente sobre a banda. E, sinceramente? Isso não me interessa. Quero saber sobre o disco.
O mesmo vale quanto ao "conceito que a turma aqui tem de você". Eu li um texto, e não um texto-escrito-por-alguém-que-é-visto-de-uma-forma-diferenciada-pelo-pessoal-do-fórum. se já não entendo entendo sua relação com a banda, entendo muito menos com o pessoal do fórum. Agora, se o seu texto precisa ser contextualizado nisso, quer dizer que ele foi postado aqui apenas para gerar polêmica. Não é uma resenha, é um capítulo nessa suposta guerra que vocês tem. Algo como "O Iron vai lancar outro disco, não posso perder essa chance". Não seria mais honesto (aqui, na sua newsletter, em qualquer lugar) encarar a coisa como "Uma banda está lançando um disco. Vou analisá-lo."
Afinal, creio que essa era a proposta do tópico de um fórum que - como você mesmo disse, precisa ter críticas (também não concordo com só postar sobre o que gosta, é ridículo isso). Agora, foi falado que isso aqui virou um blog por causa disso. Você está no outro lado da moeda, pelo que eu posso ver: você cita a liberdade da expressão, mas se contradiz quando transforma isso aqui num blog sobre a sua "relação amor x ódio" com a banda.
Foi o que você fez na sua resenha.
E, aí, ela deixou de ser resenha.
Por fim, você já sacramenta que os palhaços da mídia vão endeusar o disco. Talvez. Talvez endeusem. Agora, se eles endeusarem com argumentos sólidos, isso não os torna "palhaços". Porque, se na sua teoria eles são palhacos porque endeusam tudo o que o Iron faz, isso não torna você um palhaço, já que, pelo que percebi, você fala mal de tudo o que Iron faz? Afinal, a regra se aplica aos dois lados ou a nenhum.
Ou seja, falta imparcialidade do lado deles e, pelo que posso ver, faltou imparcialidade do seu.
Abração.
(desculpem pelo tamanho do post.... olha o que uma madrugada fria e solitária faz com as pessoas...  ) |
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rAÇA sUB-HUMANA Hero Of The Day

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Pode ser que você esteja certo quando disse que minha resenha, na verdade, deixou de ser resenha para ser mais um capítulo de minha relação love/hate com o Iron Maiden. Pode ser.
E eu discordo de você com veemência quando diz que uma resenha é uma obra fechada. Não. Não é uma obra fechada. Para mim, uma resenha é um cruzamento de referenciais. Não existe uma maneira de você falar do primeiro disco do Pink Floyd sem falar do surgimento do rock progressivo e daí fazer um gancho e falar do Sgt. Pepper’s dos Beatles. Resenha hermética é igual receita de bolo. A não ser que você esteja falando em estética. Aí pode ser (repito: PODE SER) arte pela arte. Do contrário, não acho que isso seja possível.
Acho que, por fim, não estamos discutindo sobre o álbum, mas sim sobre nossos princípios. Você está analisando os meus tomando por base os seus referenciais. Tudo bem. Somos ambos homens crescidos e não vamos bater na cabeça um do outro por isso. Levemos isso aqui como conversa!
Quando chamei certos caras do Whiplash, da Rock Brigade e da Roadie Crew de palhaços foi uma simples bravata. Nada mais e nada menos. Força de expressão. Não digo que fiz certo em fazer tal comentário. Foi dito na hora. Saiu e pronto.
Eu destaco a Rock Brigade pra fazer um comentário: pra mim fica clara a política editorial da revista, que, segundo penso, baseia-se simplesmente em enaltecer tudo que é lançado pelo selo homônimo, e não dar tanta atenção para o oposto. Ou enaltecer aquilo que está na moda e descer o cacete naquilo que não está em alta. É uma impressão minha. Você pode imaginar a Rock Brigade falando mal do Iron Maiden, do Rhapsody ou do Angra? Se o fizeram alguma vez eu não sei, mas acho remotamente difícil.
Então, acho que levando em conta isso, a revista acaba perdendo de vista o objetivo de uma resenha. Acaba perdendo o referencial de crítica musical e caindo nos maus costumes da imprensa especializada em rock (visão geral), que, no meu entender, centra-se na resenha hermética, na resenha sem contexto, na resenha “paralisada”.
Eu imagino que a Rock Brigade vai engrandecer este disco. Talvez saia como matéria de capa. E se você pegar esse disco pra ouvir e escrever a respeito sem tomar como referencial pelo menos os três últimos álbuns da banda você cai em mera babação de ovo. Se não houver contextualização vira piegas. Vira redação de oitava série. E se você cruzar esse disco com o Virtual, Brave New World, Dance Of Death e The X Factor, em minha opinião, as conclusões do mais imparcial crítico musical acabam ficando um tanto apimentadas, eu diria. Mas é claro que isto é uma suposição. Não posso prever o subjetivo humano.
Talvez o máximo que tais mídias do rock possam dizer é que o Steve Harris inovou – e reinventou – o heavy-metal quando lançou um disco no qual 70% das músicas são introduzidas por dedilhado de baixo. Vendo por este ângulo, tiremos o chapéu pro “Harry”. 
97 - O NÚMERO DA MORDAÇA!
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Editado pela última vez por rAÇA sUB-HUMANA em Thu Aug 31, 2006 2:35 am, num total de 1 vez |
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[metalremains] Ditador


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| Nômade escreveu: | By the way, desculpem os erros de digitação.
Não estou na minha máquina e, como vocês sabem, teclado é como banheiro. A gente consegue bem, mesmo, só o nosso.
Abraços |
Opa, bem vindo aí, cara.
E quando precisar acrescentar algo a sua mensagem anterior, use o botão "[ editar ]" localizado no canto superior direito da sua mensagem.
E quanto as suas outras mensagens aqui neste tópico, concordo totalmente com elas.
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Megadave Moderador


Mensagens: 34125 Localização: China
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| Nômade escreveu: | By the way, desculpem os erros de digitação.
Não estou na minha máquina e, como vocês sabem, teclado é como banheiro. A gente consegue bem, mesmo, só o nosso.
Abraços |
Bem vindo cara , e quanto ao seu último post da outra página estou de completo acordo. |
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Nômade King Nothing

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| rAÇA sUB-HUMANA escreveu: | | Pode ser que você esteja certo quando disse que minha resenha, na verdade, deixou de ser resenha para ser mais um capítulo de minha relação love/hate com o Iron Maiden. Pode ser. |
OK, posto isso, vamos em frente.
| rAÇA sUB-HUMANA escreveu: | | E eu discordo de você com veemência quando diz que uma resenha é uma obra fechada. Não. Não é uma obra fechada. Para mim, uma resenha é um cruzamento de referenciais. Não existe uma maneira de você falar do primeiro disco do Pink Floyd sem falar do surgimento do rock progressivo e daí fazer um gancho e falar do Sgt. Pepper’s dos Beatles. |
Você não me entendeu. Quando eu digo que uma resenha é uma fechada significa que nenhum leitor (eu, incluso) tem a obrigação de saber os seus sentimentos sobre a banda. Seria o mesmo que eu comentar um filme assim: "Matrix é bom, mas tem o Keanu Reeves. E, claro, como você conhece meus textos anteriores, sabe o que acho do trabalho dele". É prepotente demais supor que o mundo acompanha meu trabalho de perto, a esse ponto. Isso vale tanto numa revista, como num site, como aqui no Fórum. Por isso é uma resenha fechada.
| rAÇA sUB-HUMANA escreveu: | Acho que, por fim, não estamos discutindo sobre o álbum, mas sim sobre nossos princípios. Você está analisando os meus tomando por base os seus referenciais. Tudo bem. Somos ambos homens crescidos e não vamos bater na cabeça um do outro por isso. Levemos isso aqui como conversa!  |
Sim, a discussão se desvirtuou totalmente. Deveria ser aberto um tópico, estilo aqueles "Bruce Dickinson X Dio", ou "John Bonham X Keith Moon", chamado "rAÇA sUB-HUMANA X Iron Maiden" porque esse virou o tema aqui dentro. O que é uma pena, não porque seja desinteressante, mas porque acredito que as pessoas querem falar sobre o disco em si. Quanto a mantermos na conversa, já estamos fazendo isso.
| rAÇA sUB-HUMANA escreveu: | | Eu imagino que a Rock Brigade vai engrandecer este disco. Talvez saia como matéria de capa. |
Eu, no lugar da Brigade, colocaria mesmo como capa. A Brigade, como qualquer publicação, tem o objetivo de vender. Isso não quer dizer que os textos são vendidos para o depto comercial, mas colocar a demo de uma banda de Campinas na capa, no mês de lançamento de um disco novo do estúdio do Iron mostra total desconhecimento do assunto ou burrice. Ou ambos. É o assunto do mês. Entre Kagemusha do Kurosawa, que saiu agora em DVD e A Casa no Lago, com o Keanu Reeves e Sandra Bullock, a capa vai para Keanu Reeves. Vende mais. Simples assim.
Uma das bandas que você citou, se não me engano, como uma de suas preferidas, é Skid Row? Sinceramente? Eu acho Skid Row uma bosta, sempre achei. Anyway, se o Skid Row lançar um disco semana que vem, eu não vou baixar ou comprar o disco e analisar no fórum. Eu não tenho interesse em ouvir Skid Row. Agora, você não gosta de Iron Maiden e mesmo assim "resenhou" (ênfase nas aspas) o disco porque quis. Ou seja, ou foi apenas para destilar seu veneno na banda com argumentos novos (ponto pra mim) ou é pq é o disco mais importante, do mínimo, no mês (ponto pra Brigade e pra todas as outras revistas que colocaram o disco na capa!).
| rAÇA sUB-HUMANA escreveu: | | Se não houver contextualização vira piegas. |
Novamente, como eu disse a contextualização tem que ser feita dentro do trabalho da banda, e não dentro dos textos que mostram a sua relação amor X ódio com a banda. Contextualizar sua resenha de forma correta dentro da fase da banda e do que acontece no cenário musical é importante, desde que sirva para análise (e continuo acreditando que você não analisou o disco - você usou o disco como instrumento para dizer "não se esqueçam, eu acho Iron uma bosta"). Agora, contextualizar sua resenha dentro das suas outras resenhas é sofrer da síndrome de Jô Soares, onde você acha que seu trabalho é mais importante que o artista resenhado.
Sabe o que é pior? Pelo seu texto e embasamento, fica claro que você tem talento e culhão para fazer uma puta resenha. Eu sei que o Keanu Reeves já fou supracitado aqui, mas gosto dele como exemplo, pq eu abomino o trabalho dele. Toda vez que me pautam uma crítica sobre um filme dele, eu passo para outra pessoa. "Eu não gosto do trabalho dele, já vou entrar com preconceito no cinema. Se o filme for ruim, eu vou adorar. Se o filme for bom, meu texto vai sair uma merda". O mesmo vale aqui.
Não vejo a hora de ler uma resenha séria que você tenha escrito. |
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Ale Hero Of The Day


Mensagens: 2148 Localização: Montevidéu - Uruguai.
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Opa... Finalmente alguém com bom senso... 
"Emptiness consuming me
Head in hands, I can hardly speak
looking for solitude, Lost in humanity
True knowledge leads to suffering
Searching for inner peace, hidden so deep in me". |
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rAÇA sUB-HUMANA Hero Of The Day

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PH Whiplash


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Pronto, agora estamos feitos: 2 digitadores profissionais querendo arranjar emprego 
O PÉSSIMO DORIVAL JR.
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The Godfather Whiplash


Mensagens: 30679 Localização: Vitória - Espírito Santo
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| PH escreveu: | Pronto, agora estamos feitos: 2 digitadores profissionais querendo arranjar emprego  |
tá foda mesmo 
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Nômade King Nothing

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| PH escreveu: | Pronto, agora estamos feitos: 2 digitadores profissionais querendo arranjar emprego  |
Opa! Vou te mandar meu curriculum por MP, ok?
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Maluco Doido Whiplash


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| PH escreveu: | Pronto, agora estamos feitos: 2 digitadores profissionais querendo arranjar emprego  |
Deixe os 2 aí e vamos tomar uma Duff no Moe's.  |
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Bidu, o mágico Hero Of The Day


Mensagens: 2806 Localização: a muito tempo atras, num galaxia mto mto distante
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| Maluco Doido escreveu: | Deixe os 2 aí e vamos tomar uma Duff no Moe's.  |
o negócio é uma feijoada e um copo de cana com o zé carioca e sua gangue.
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