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Marvin
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MensagemEnviada: Seg Nov 12, 2007 12:12 am Assunto: Responder com Citação Adicionar a lista de mensagens a serem citadas Remover da lista de mensagens a serem citadas

Ah, eu achei o texto bem besta.
Ter vergonha de perguntar coisas por vergonha é besteira.

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Nao entre em panico.
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The Truth is Out There

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MensagemEnviada: Ter Jan 15, 2008 8:52 pm Assunto: Responder com Citação Adicionar a lista de mensagens a serem citadas Remover da lista de mensagens a serem citadas

ressuscitando pra postar um conto do LF Verissimo:



Clic

Luis Fernando Verissimo


Cidadão se descuidou e roubaram seu celular. Como era um executivo e não sabia mais viver sem celular, ficou furioso. Deu parte do roubo, depois teve uma idéia. Ligou para o número do telefone. Atendeu uma mulher.

— Aloa.

— Quem fala?

— Com quem quer falar?

— O dono desse telefone.

— Ele não pode atender.

— Quer chamá-lo, por favor?

— Ele esta no banheiro. Eu posso anotar o recado?

— Bate na porta e chama esse vagabundo agora.

Clic. A mulher desligou. O cidadão controlou-se. Ligou de novo.

— Aloa.

— Escute. Desculpe o jeito que eu falei antes. Eu preciso falar com ele, viu? É urgente.

— Ele já vai sair do banheiro.

— Você é a...

— Uma amiga.

— Como é seu nome?

— Quem quer saber?

O cidadão inventou um nome.

— Taborda. (Por que Taborda, meu Deus?) Sou primo dele.

— Primo do Amleto?

Amleto. O safado já tinha um nome.

— É. De Quaraí.

— Eu não sabia que o Amleto tinha um primo de Quaraí.

— Pois é.

— Carol.

— Hein?

— Meu nome. É Carol.

— Ah. Vocês são...

— Não, não. Nos conhecemos há pouco.

— Escute Carol. Eu trouxe uma encomenda para o Amleto. De Quaraí. Uma pessegada, mas não me lembro do endereço.

— Eu também não sei o endereço dele.

— Mas vocês...

— Nós estamos num motel. Este telefone é celular.

— Ah.

— Vem cá. Como você sabia o número do telefone dele? Ele recém-comprou.

— Ele disse que comprou?

— Por que?

O cidadão não se conteve.

— Porque ele não comprou, não. Ele roubou. Está entendendo? Roubou. De mim!

— Não acredito.

— Ah, não acredita? Então pergunta pra ele. Bate na porta do banheiro e pergunta.

— O Amleto não roubaria um telefone do próprio primo.

E Carol desligou de novo.

O cidadão deixou passar um tempo, enquanto se recuperava. Depois ligou.

— Aloa.

— Carol, é o Tobias.

— Quem?

— O Taborda. Por favor, chame o Amleto.

— Ele continua no banheiro.

— Em que motel vocês estão?

— Por que?

— Carol, você parece ser uma boa moça. Eu sei que você gosta do Amleto...

— Recém nos conhecemos.

— Mas você simpatizou. Estou certo? Você não quer acreditar que ele seja um ladrão. Mas ele é, Carol. Enfrente a realidade. O Amleto pode Ter muitas qualidades, sei lá. Há quanto tempo vocês saem juntos?

— Esta é a primeira vez.

— Vocês nunca tinham se visto antes?

— Já, já. Mas, assim, só conversa.

— E você nem sabe o endereço dele, Carol. Na verdade você não sabe nada sobre ele. Não sabia que ele é de Quaraí.

— Pensei que fosse goiano.

— Ai esta, Carol. Isso diz tudo. Um cara que se faz passar por goiano...

— Não, não. Eu é que pensei.

— Carol, ele ainda está no banheiro?

— Está.

— Então sai daí, Carol. Pegue as suas coisas e saia. Esse negocio pode acabar mal. Você pode ser envolvida. — Saia daí enquanto é tempo, Carol!

— Mas...

— Eu sei. Você não precisa dizer. Eu sei. Você não quer acabar a amizade. Vocês se dão bem, ele é muito legal. Mas ele é um ladrão, Carol. Um bandido. Quem rouba celular é capaz de tudo. Sua vida corre perigo.

— Ele esta saindo do banheiro.

— Corra, Carol! Leve o telefone e corra! Daqui a pouco eu ligo para saber onde você está.

Clic.

Dez minutos depois, o cidadão liga de novo.

— Aloa.

— Carol, onde você está?

— O Amleto está aqui do meu lado e pediu para lhe dizer uma coisa.

— Carol, eu...

— Nós conversamos e ele quer pedir desculpas a você. Diz que vai devolver o telefone, que foi só brincadeira. Jurou que não vai fazer mais isso.

O cidadão engoliu a raiva. Depois de alguns segundos falou:

— Como ele vai devolver o telefone?

— Domingo, no almoço da tia Eloá. Diz que encontra você lá.

— Carol, não...

Mas Carol já tinha desligado.

O cidadão precisou de mais cinco minutos para se recompor. Depois ligou outra vez.

—Aloa.

Pelo ruído o cidadão deduziu que ela estava dentro de um carro em movimento.

— Carol, é o Torquatro.

— Quem?

— Não interessa! Escute aqui. Você está sendo cúmplice de um crime. Esse telefone que você tem na mão, esta me entendendo? Esse telefone que agora tem suas impressões digitais. É meu! Esse salafrário roubou meu celular!

— Mas ele disse que vai devolver na...

— Não existe Tia Eloá nenhuma! Eu não sou primo dele. Nem conheço esse cafajeste. Ele esta mentindo para você, Carol.

— Então você também mentiu!

— Carol...

Clic.

Cinco minutos depois, quando o cidadão se ergueu do chão, onde estivera mordendo o carpete, e ligou de novo, ouviu um "Alô" de homem.

— Amleto?

— Primo! Muito bem. Você conseguiu, viu? A Carol acaba de descer do carro.

— Olha aqui, seu...

— Você já tinha liquidado com o nosso programa no motel, o maior clima e você estragou, e agora acabou com tudo. Ela está desiludida com todos os homens, para sempre. Mandou parar o carro e desceu. Em plena Cavalhada. Parabéns primo. Você venceu. Quer saber como ela era?

— Só quero meu telefone.

— Morena clara. Olhos verdes. Não resistiu ao meu celular. Se não fosse o celular, ela não teria topado o programa. E se não fosse o celular, nós ainda estaríamos no motel. Como é que chama isso mesmo? Ironia do destino?

— Quero meu celular de volta!

— Certo, certo. Seu celular. Você tem que fechar negócios, impressionar clientes, enganar trouxas. Só o que eu queria era a Carol...

— Ladrão

— Executivo

— Devolve meu...

Clic.

Cinco minutos mais tarde. Cidadão liga de novo. Telefone toca várias vezes. Atende uma voz diferente.

— Ahn?

— Quem fala?

— É o Trola.

— Como você conseguiu esse telefone?

— Sei lá. Alguém jogou pela janela de um carro. Quase me acertou.

— Onde você está?

— Como eu estou? Bem, bem. Catando meus papéis, sabe como é. Mas eu já fui de circo. É. Capitão Trovar. Andei até pelo Paraguai.

— Não quero saber de sua vida. Estou pagando uma recompensa por este telefone. Me diga onde você está que eu vou buscar.

— Bem. Fora a Dalvinha, tudo bem. Sabe como é mulher. Quando nos vê por baixo, aproveita. Ontem mesmo...

— Onde você está? Eu quero saber onde!

— Aqui mesmo, embaixo do viaduto. De noitinha. Ela chegou com o índio e o Marvão, os três com a cara cheia, e...


Extraído do livro "As Mentiras que os Homens Contam", Editora Objetiva - Rio de Janeiro, 2000, pág. 41.

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MensagemEnviada: Qua Jan 16, 2008 12:42 am Assunto: Responder com Citação Adicionar a lista de mensagens a serem citadas Remover da lista de mensagens a serem citadas

Muito foda, gostei Laughing Laughing Laughing Primeira vez que eu leio algo tão grande assim e gosto, mas não, não quero ler mais Laughing Laughing Laughing
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Will
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MensagemEnviada: Qua Jan 16, 2008 12:57 am Assunto: Responder com Citação Adicionar a lista de mensagens a serem citadas Remover da lista de mensagens a serem citadas

Curti também, Veríssimo é foda Wink
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MensagemEnviada: Qua Jan 16, 2008 1:18 pm Assunto: Responder com Citação Adicionar a lista de mensagens a serem citadas Remover da lista de mensagens a serem citadas

Legal Aprovado.
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MensagemEnviada: Dom Fev 03, 2008 11:00 am Assunto: Responder com Citação Adicionar a lista de mensagens a serem citadas Remover da lista de mensagens a serem citadas

Citação:
Freakonomics: Por que as leis bem-intencionadas saem pela culatra?


O que uma mulher surda em Los Angeles, um judeu fabricante de sandálias do primeiro século e um pica-pau têm em comum?

Há poucos meses, uma paciente potencial telefonou para o consultório de Andrew Brooks, um renomado cirurgião ortopédico em Los Angeles. Ela tinha um sério problema no joelho e também era surda. Ela queria saber se sua surdez representava um problema para Brooks. Ele transmitiu a mensagem por meio de sua secretária: não, é claro que não; ele poderia facilmente discutir a situação dela usando modelos de joelho, ilustrações de anatomia e notas escritas.

A mulher telefonou de novo posteriormente para dizer que preferiria contar com um intérprete de linguagem de sinais. Mas tal intérprete custaria US$ 120 por hora, com um mínimo de duas horas, e tal despesa não era coberta pelo plano de saúde. Brooks não achou que fazia sentido ele arcar com a despesa. Isto significaria desembolsar US$ 240 para a realização de um exame, pelo qual o plano de saúde da mulher lhe pagaria US$ 58.

Então Brooks sugeriu à paciente que prosseguissem sem o intérprete. Foi quando ela lhe disse que a Lei dos Americanos com Deficiências permitia ao paciente escolher o método de interpretação, ao custo do médico.

Brooks pesquisou a lei e descobriu que ele era de fato obrigado a fazer o que a paciente pediu -a menos que quisesse correr o risco de um processo que provavelmente perderia. Ele foi em frente e examinou a mulher, pagando o intérprete do seu bolso.

No final, ela não precisou de cirurgia; seu joelho podia ser tratado com fisioterapia. Foi um resultado feliz para todos os envolvidos -exceto, talvez, para o fisioterapeuta que teria que pagar a despesa com intérprete.

Brooks contou a vários colegas e amigos médicos sobre sua paciente surda.

"Todos disseram: 'Se eu receber um telefonema de uma pessoa assim, eu nunca a atenderei'", ele contou. Isto o levou a se perguntar se a lei dos deficientes tinha um lado sombrio. "Este tipo de paciente acabará sendo rejeitado repetidas vezes, sem entender por que não está recebendo um bom atendimento."

Então, a lei dos deficientes em alguns casos prejudica os pacientes que visa ajudar?

É uma pergunta difícil de responder. Mas os economistas Daron Acemoglu e Joshua Angrist já fizeram uma pergunta semelhante: como a lei dos deficientes afeta o emprego entre eles? A conclusão deles faz o palpite de Brooks soar verdadeiro.

Acemoglu e Angrist descobriram que quando a lei dos deficientes foi aprovada em 1992, ela provocou uma queda acentuada na contratação de trabalhadores deficientes. Os empregadores, preocupados com a possibilidade de não poderem repreender ou demitir trabalhadores deficientes que por acaso fossem incompetentes, aparentemente evitavam contratá-los.

Há quanto tempo tais leis bem-intencionadas saem pela culatra?

Considere as antigas leis judaicas sobre o sabático, ou sétimo ano. Como ordenado na Bíblia, todas as terras de propriedades de judeus em Israel deveriam permanecer sem cultivo durante todo o sétimo ano, com os necessitados autorizados a colherem quaisquer alimentos que continuassem crescendo. Mais significativamente, todos os empréstimos seriam perdoados no ano sabático.

Então, para um pobre fabricante de sandálias judeu tendo problemas com a quitação de seu empréstimo, a lei do ano sabático era uma verdadeira dádiva dos céus. Mas se você fosse um mutuante, você via as coisas de forma diferente. Por que ele emprestaria dinheiro a um fabricante de sandálias que poderia rasgar o empréstimo no sétimo ano?

Os mutuantes driblaram o sistema, fazendo empréstimos nos anos imediatamente após o sabático, quando tinham confiança de que seriam pagos, mas fechando o bolso nos anos cinco e seis. A seca de crédito resultante foi tão prejudicial aos pobres que coube ao grande sábio Hillel consertar as coisas.

Sua solução, conhecida como Prozbul, permitia ao credor ir ao tribunal e declarar preventivamente que um empréstimo específico não estaria sujeito ao cancelamento sabático, transferindo a dívida para o tribunal e portanto lhe dando poder para cobrar a dívida. Isso deixou a lei tecnicamente intacta, mas permitiu aos mutuantes disponibilizarem novamente o crédito aos pobres sem correrem riscos indesejáveis.

Enquanto isso, a parte da lei sabática da terra em repouso foi mantida por séculos. Mas ela finalmente ganhou uma brecha, chamada heter mechira. Isto permitia ao judeu "vender" temporariamente suas terras para um não-judeu, que daria continuidade ao cultivo durante o ano sabático, e depois recomprá-la logo em seguida- uma solução que ajudou o moderno Estado de Israel a manter sua economia agrícola ativa.

O problema é que muitos dos judeus israelenses mais devotos rejeitam esta manobra como uma trapaça que viola o espírito da lei. Muitos desses tradicionalistas também são extremamente pobres. E assim neste ano, que por acaso é um ano sabático, os judeus mais pobres de Israel são obrigados a comprar bens importados ao dobro ou triplo do preço regular -tudo para manter uma lei que visava ajudar a alimentar os judeus mais pobres de Israel.

Tais leis bem-intencionadas certamente não acabam prejudicando também os animais, não é?

Considere a Lei de Espécies Ameaçadas de 1973, que protege a flora e a fauna assim como seus hábitats físicos. Os economistas Dean Lueck e Jeffrey Michael decidiram avaliar o efeito da lei sobre o pica-pau de penacho vermelho, uma ave protegida que faz ninho nos antigos pinheiros do leste da Carolina do Norte.

Lueck e Michael encontraram um padrão claro: quando um proprietário de terras sentia que sua propriedade estava se transformando em um algum tipo de habitat que poderia atrair um casal de pica-paus, ele corria para derrubar as árvores. Não importava se o preço da madeira estivesse baixo.

Por mais triste que possa ser, isto não causa surpresa para qualquer um que tenha examinado os incentivos perversos criados pela lei de espécies ameaçadas. Em seu estudo, Lueck e Michael citam um guia de 1996 da Associação Nacional dos Construtores de Residências: "A maior garantia de que um proprietário não enfrentará um problema com a lei de espécies ameaçadas é manter a propriedade em uma condição tal que essas espécies protegidas não possam ocupá-la".

Um problema notável da lei de espécies ameaçadas é que uma espécie freqüentemente é declarada ameaçada meses ou até mesmo anos antes que seus "habitats críticos" sejam oficialmente designados. Isto dá tempo para que empreendedores imobiliários, ambientalistas e todos entre eles tenham tempo para se manifestarem em audiências públicas.

E o que acontece durante tal intervalo de tempo?

Em um novo trabalho que examina a situação difícil da coruja-anã, os economistas John List, Michael Margolis e Daniel Osgood apontaram que os proprietários de terras perto de Tucson correram para liberar suas propriedades para empreendimentos imobiliários em vez de correrem o risco de vê-las declaradas santuário para a coruja.

Os economistas argumentaram a "possibilidade de que a Lei de Espécies Ameaçadas esteja na verdade colocando em risco, em vez de protegendo, as espécies". Então isto significa que toda lei voltada a ajudar animais, pobres e deficientes está destinada a fracassar?

É claro que não.

Mas pode valer a pena encorajar nossos líderes a pensarem duas vezes (ou mesmo 8 ou 10 vezes) antes de correrem para fazer o bem. Porque se há alguma lei mais poderosa do que as criadas pelos governantes, é a lei das conseqüências indesejadas.
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MensagemEnviada: Dom Fev 03, 2008 11:09 am Assunto: Responder com Citação Adicionar a lista de mensagens a serem citadas Remover da lista de mensagens a serem citadas

Muito bom o artigo Aprovado.
Freakonomics é um livro certo?

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MensagemEnviada: Dom Fev 03, 2008 11:15 am Assunto: Responder com Citação Adicionar a lista de mensagens a serem citadas Remover da lista de mensagens a serem citadas

Um livro e um blog.

Ele é escrito por duas pessoas, um é Steven D. Levitt, que é economista e o outro é o Stephen J. Dubner, que é jornalista. Os dois são bons, mas o Levitt é muito melhor. Os textos dele são fenomenais.

Eu recomendo a leitura do livro. É uma leitura muito leve, bacana e pode acrescentar algo em sua vida.


Editado pela última vez por Wilsoon em Dom Fev 03, 2008 11:16 am, num total de 1 vez
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MensagemEnviada: Dom Fev 03, 2008 11:30 am Assunto: Responder com Citação Adicionar a lista de mensagens a serem citadas Remover da lista de mensagens a serem citadas

Wilsoon escreveu:
Um livro e um blog.

Ele é escrito por duas pessoas, um é Steven D. Levitt, que é economista e o outro é o Stephen J. Dubner, que é jornalista. Os dois são bons, mas o Levitt é muito melhor. Os textos dele são fenomenais.

Eu recomendo a leitura do livro. É uma leitura muito leve, bacana e pode acrescentar algo em sua vida.

Vou procurar saber a respeito depois, valeu pela dica. Razz
E qual o endereço do blog? Eu dei uma olhada rápida no google e só achei coisas sobre o livro agora a pouco.

EDIT:
Procurei muito mal, já achei. Laughing

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Editado pela última vez por Megadave em Dom Fev 03, 2008 11:31 am, num total de 1 vez
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MensagemEnviada: Dom Fev 03, 2008 11:34 am Assunto: Responder com Citação Adicionar a lista de mensagens a serem citadas Remover da lista de mensagens a serem citadas

I don´t speak English.
http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/freakonomics/

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MensagemEnviada: Dom Fev 03, 2008 8:25 pm Assunto: Responder com Citação Adicionar a lista de mensagens a serem citadas Remover da lista de mensagens a serem citadas

Massa o artigo...

Mas precisa de coragem pra ler Laughing

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MensagemEnviada: Dom Fev 03, 2008 10:16 pm Assunto: Responder com Citação Adicionar a lista de mensagens a serem citadas Remover da lista de mensagens a serem citadas

Wilsoon escreveu:
I don´t speak English.
http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/freakonomics/

Ah quando eu ficar com preguiça de ler os artigos em inglês entro nesse site. Valeu cara. Razz

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